à melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
Eleanor Roosevelt

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à melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
Eleanor Roosevelt

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HĂĄ um azul em vocĂȘ que nĂŁo pede explicação. NĂŁo Ă© cĂ©u, mas Ă© profundidade.
Algo que fica mesmo quando tudo passa.
Caio AraĂșjo
estamos menos vivos que antes.
rupi kaur.
a gente fecha os olhos pra tanta coisa, até pra si mesmo

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eu jĂĄ vivi amores que gritavam. o seu nĂŁo. o seu Ă© silĂȘncio que acolhe. Ă© presença que cria força. Ă© paz que vira vĂcio. contigo nĂŁo existe guerra, nĂŁo existe desgaste, existe futuro. em alguns meses, vocĂȘ me deu mais estabilidade do que muita gente tentou dar em anos. eu te escolho porque minha vida fica melhor ao seu lado. e vou continuar escolhendo.
nossas vidas começam a terminar no dia em que permanecemos em silĂȘncio sobre as coisas que importam.
eu sei que vocĂȘ tambĂ©m me perdeu. mas nĂŁo foi o tipo de perda que faz vocĂȘ beber whisky no bar da esquina em plena segunda. nĂŁo foi o tipo de perda que faz vocĂȘ querer tomar dez banhos por dia sĂł para poder chorar. nĂŁo foi o tipo de perda que faz seu peito literalmente doer. eu sei que vocĂȘ tambĂ©m me perdeu. mas nĂŁo como eu te perdi.
Eu gosto da surpresa, dos olhos que sorriem, da alma que encanta, da boca que esconde. Eu gosto das estrelas, de olhar para o cĂ©u, naquelas noite frias onde vocĂȘ nem sabe se vai ser feliz, mas vai.

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O tempo sempre me mostrou o que eu precisava ver para aprender mesmo que gerasse desconforto
no inĂcio eu nĂŁo entendia e hoje eu aceito melhor o desconforto na verdade sempre precede a liberdade.
Maxwell Santos
domingo
Ă© a monotonia sentimental.
Ă© quando a saudade de quem partiu, se faz mais presente.
Ă© quando o vazio no peito, grita.
âEu pensei que com vocĂȘ seria diferente. E nĂŁo me entenda mal, mas Ă© que eu sempre me senti um pouco sozinho nessa vida. As pessoas tĂȘm uma certa tendĂȘncia a me deixar quando eu mais preciso delas. Ou simplesmente, vĂŁo atrĂĄs de outros sorrisos, outros abraços, outros olhares. Teve aquele meu cachorro, Billy. Quando ele chegou em casa, foi uma alegria sem fim. Eu amava cuidar dele, dar carinho, dar comida, dar banho, limpar a sujeira. E mesmo assim, Billy gostava mais da minha mĂŁe do que de mim. E tudo bem, porque eu tambĂ©m gosto mais da minha mĂŁe do que qualquer outra pessoa deste mundo. TambĂ©m teve aquela minha tia Maria. Lembro que eu era o Ășnico sobrinho que a respeitava, que era educado e que fazia tudo de certo e de melhor para agrada-lĂĄ. E por algum motivo, ela gostava mais dos meus primos que faltavam dar na cara dela. E ela deixou isso bem claro quando me disse uma das coisas que eu jamais vou esquecer: âEles podem ter todos os defeitos do mundo, mas ainda assim, eu gosto mais deles do que de vocĂȘâ. Confesso que fiquei um pouco triste. Um pouco triste do tipo que chorei a noite inteira. Mas passou. E nĂŁo posso esquecer daquela minha namorada de infĂąncia, meu primeiro amor, meu primeiro beijo, minha primeira dor. Ela me mandava cartinhas escrito âteu sorriso Ă© tĂŁo lindo, imagino como serĂĄ o teu beijoâ, e eu era tĂŁo ingĂȘnuo, que alĂ©m de sorrir, retrucava dizendo âobrigado, o seu tambĂ©mâ. O seu tambĂ©m o que? O sorriso, o beijo? NĂŁo fazia sentido algum. Mas eu sempre fui desses que fica nervoso em momentos de pressĂŁo. A gente fez promessas de amor eterno, foi eterno atĂ© que um dia os meus pais resolveram se separar, e tudo bem tambĂ©m, porque eles brigavam mais que cĂŁo e gato. Mas meu pai resolveu ir embora pra muito longe de mim. E por algum motivo, nĂŁo identificado, vocĂȘ achou que esse seria o momento perfeito para terminar comigo. Eu senti uma dor mortal, um aperto no peito que estrondava atĂ© os dedinhos do pĂ©. E mesmo assim, superei, sobrevivi. Eu fui mais sozinho e independente do que o mundo permite ser. E Ă© por isso que eu pensei que com vocĂȘ seria diferente, e no começo foi. Ou parecia ser, nĂŁo sei mais. Fiquei do seu lado atĂ© quando vocĂȘ disse para eu me afastar. Senti a sua dor, mesmo nĂŁo tendo nada haver com os motivos dela. Lembra? Eu fiquei do seu lado atĂ© quando a sua gata Debbie morreu. E vocĂȘ manchava o meu peito com lĂĄgrimas, eu te abraçava, vocĂȘ colocava a cabeça no meu ombro, e me perguntava âpor que vocĂȘ sempre fica do meu lado?â e eu sorri, sem graça, dizendo âporque Ă© isso que a gente faz quando ama alguĂ©m.â. Mas nĂŁo foi o que vocĂȘ fez. Alguns meses depois, o tio Bill, que eu tinha como um segundo pai, ficou muito doente. Uma semana depois, vocĂȘ terminou comigo e disse que nĂŁo queria me ver na sua frente nem pintado de ouro. E uma semana mais tarde, ele venho a falecer. Eu fiquei tĂŁo triste e desanimado, que por pouco nĂŁo vou ao enterro. Quando cheguei lĂĄ, senti uma dor demasiada, olhei ao redor, e vi que todos os meus primos, tios ou seja lĂĄ quem for. Estavam acompanhados por alguĂ©m. Seja amiga, namorada, esposa. E eu olhei ao meu lado, e percebi que eu, eu nĂŁo tinha ninguĂ©m. NinguĂ©m para encostar a cabeça no ombro e chorar, ninguĂ©m para abraçar e me acalmar, ninguĂ©m para dizer que vai ficar tudo bem. Eu nĂŁo tinha vocĂȘ. E me senti sozinho de novo. E por mais que o mundo diga que nĂŁo estou sĂł, o meu coração se sente dessa forma. Eu pensei que vocĂȘ seria diferente. NĂŁo porque eu queria que estivesse do meu lado quando eu mais precisava, nĂŁo porque eu fiz isso por vocĂȘ, nĂŁo porque tivesse me devendo alguma coisa. Mas porque Ă© isso que a gente faz quando ama alguĂ©m. A gente fica.â
â Allax Garcia. (via allaxg)
Eu realmente precisava ser perdoado, mas primeiramente por mim mesmo.
Mr. Darkman
âMeus escritos sĂŁo meus desabafos mais profundos. O que minha cabeça me permite, eu falo. O que nĂŁo consegue, meu coração escreve.â
â Amanda P.

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e eu confesso que escrever sempre me aliviou o peso de tudo como se a escrita fosse o meu processo de cura, de cicatrização. o problema é que ultimamente tudo tem sempre sido tão pesado porque para me curar eu preciso relembrar⊠relembrar de coisas que eu demorei muito para conseguir esquecer.
cĂ©u de jĂșpiter e desonestos em: as vezes para curar Ă© preciso doer.