“Eu não estou bêbado!” Levi protestou quase que indignado pela sugestão recebida do guarda desconhecido. O médico tinha lá suas regalias nas noites de folga, podia muito bem decidir como aproveitar, e, dessa vez, na companhia de algumas belíssimas garrafas de cerveja foi o que escolheu. Assim que avistou a face conhecida de Shea, o alemão bufou. “Shea! Meu anjo, explique para este jovem e belo guarda que eu não estou bêbado, é preciso muito mais do que três cervejas para me deixar até mesmo tonto!” ainda inconformado, ele reclamava. “Eu sou alemão, pelo amor de Deus!” ele soltou um suspiro pesado ao dizer aquilo como se apenas isso já servisse de prova para sua afirmação de estar ainda sóbrio. O guarda, aparentemente envergonhado pelas suas escolhas de palavras e exasperação, desculpou-se e apenas saiu sem esperar a justificação da princesa. “Bem, talvez agora ele me deixe em paz.”