two halves of a whole brain cell
seen from United States
seen from Colombia
seen from United States
seen from Indonesia
seen from Philippines
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Russia
seen from China

seen from Saudi Arabia

seen from Argentina

seen from Peru
seen from Brazil
seen from Thailand

seen from United States
two halves of a whole brain cell

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Mad Hare's 911 Volidza
Mad Hare's 912 Vilana
Mad Hare's 913 Mr. Boombastic
My 4th generation of breeding
Some sort of concept designs for an OC named Vilana n.n
You heard that i was trouble but you couldn't resist. @Vilana
Não estava com o melhor dos humores. Talvez fosse culpa do seu recente e inesperado encontro com o garoto Bennett, onde as coisas haviam saÃdo um pouco do controle – se você considerar o fato de Victor ter feito algo que ele não faria de jeito nenhum em outra ocasião, um pouco fora do controle. Ou então a causa do seu desanimo era que, mais uma vez, havia sido designado para ajudar alguém do ano anterior. A diferença é que, a ocasião em que se encontrava era verdadeira. Não que ele tivesse algo melhor para fazer naquela tarde de sábado, muito pelo contrário, tudo que lhe vinha à mente era ficar elaborando planos para o seu grandioso futuro. Ao menos ele desejava isso. Por muito tempo Cartwright havia decidido o que ele faria assim que tivesse a maior idade: buscar vingança. O mal que corrompia sua alma era apenas de justiça, mas mesmo assim era deteriorante o suficiente para que ele acreditasse que todos deviam pagar. Todos os impuros, ao menos. Às vezes nem se sentia mais humano, mas não era de se esperar outra reação para alguém que havia sofrido um trauma como o dele – na verdade, ele até levava as coisas numa boa.
Quando menor, costumava perder o controle mais facilmente. Não era exatamente membro da elite escolar, e o fato de estar numa casa tão... mesquinha como a sonserina não o ajudava a fazer amigos. Por isso as pessoas sempre o tratavam de forma terrÃvel, e isso, combinado ao que havia acontecido anteriormente, moldou uma personalidade um tanto quanto sombria nele. Mas Victor não se importava, afinal viver plenamente era algo superestimado. Nunca entendeu como os outros conseguiam fazê-lo, na verdade. Suspirou, olhando de relance para a entrada do salão comunal. Estava um silencio sepulcral, nenhum aluno costumava perambular por ali quando era sábado. A maioria devia estar fazendo algo idiota com seus amigos descerebrados. Babacas. Era patética o tipo de vida que levavam. Finalmente o barulho de passos apareceu e o deixou alerta, de modo que ele se virasse novamente e então visse algo inesperado. Uma garota, não tão alta, mas também não tão baixa, estava lá, parada. Seus traços e curvas pareciam ter sido milimetricamente desenhados. Mal percebeu quando abriu um sorriso direcionado a ela – Você deve ser a minha aluna, né? – levantou-se, indo de encontro a garota – Me chamo Victor, prazer. – disse estendendo a sua mão e imaginando que aquela tarde podia ser bem mais prazerosa do que ele esperava.Â