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Tolerancia....
Madurez significa ser capaz de aguantar a gente que no piensa cómo tú.
DESARROLLEMOS UNA SANA TOLERANCIA
Muchos de nosotros somos diestros en negar y en menospreciar aquello que nos duele.
• Podemos soportar una situación en particular diciéndonos a nosotros mismos repetidamente que “no es tan mala”; que no deberíamos ser tan exigentes; que cambiará cualquier día de éstos; que deberíamos de ser capaces de vivir con ella; que no nos fastidia; que la otra persona no tenía “esa” intención; que no nos duele; que quizá simplemente seamos nosotros.
• Podemos pelear y discutir con nosotros mismos acerca de la realidad y de la validez de nuestro dolor, de nuestro derecho a sentirlo y a hacer algo acerca de él.
A menudo toleraremos demasiado, o tanto que nos pondremos furiosos y nos rehusaremos a tolerar nada más.
• Podemos aprender a desarrollar una sana tolerancia.
Lo hacemos fijando límites sanos y
confiando en que nos adueñamos
de nuestro poder con los demás
• Podemos disminuir nuestro dolor y sufrimiento validándonos y prestándonos atención a nosotros mismos.
• Podemos trabajar por acortar el tiempo entre que identificamos la necesidad de fijar un límite y emprender una acción clara, definida.
NO ESTAMOS LOCOS
Algunas conductas de veras nos agobian.
Algunas conductas son verdaderamente inadecuadas, enojosas, hirientes o abusivas.
No tenemos por qué sentirnos culpables por cuidar de nosotros mismos una vez que hemos identificado un límite que se debe fijar.
Veamos la experiencia como un experimento de adueñarnos de nuestro poder para establecer límites nuevos, sanos, para nosotros mismos.
No tenemos por qué sentirnos culpables, o disculparnos, o dar explicaciones luego de haber fijado un límite.
• Podemos aprender a aceptar lo embarazoso e incómodo que es fijar límites con la gente.
• Podemos establecer nuestros derechos a establecer estos límites.
• Podemos darle espacio a la otra persona para explorar sus sentimientos; podemos darnos espacio a nosotros mismos para tener nuestros sentimientos, mientras batallamos para adueñarnos de nuestro poder y creamos relaciones buenas, que funcionen.
Una vez que podamos confiar en
nuestra capacidad para cuidar de
nosotros mismos, desarrollaremos
una sana y razonable tolerancia
hacia los demás
“Hoy pondré mi intención en trabajar
por tener LÍMITES SANOS en la
relación conmigo mismo y con los
demás; y por desarrollar una SANA
TOLERANCIA hacía mí mismo y hacia
los demás”.
No nos autoengañemos y nos quedemos en situaciones de abuso y/ó indignas.
Sana tolerancia es NO SOBRE-REACCIONAR. Es tratar de ser objetivos y comprender que cada quien actúa en congruencia con su manera de pensar, equilibrándolo con el amor que nos tenemos a nosotros mismos.
Cuidémonos; no permitamos el abuso. No hay nada que justificar, cada uno de nosotros “SABE” lo que es bueno para nosotros, y lo que no.
Validar lo que sentimos y cómo lo sentimos es un buen inicio para desarrollar límites sanos y para ponerlos.
Eu tenho mais o que fazer. por Julio Vicari, 2026.
Minha vida melhorou 200% no dia em que eu descobri uma expressão milagrosa: “Eu tenho mais o que fazer.” Não foi num curso de autoajuda, nem num vídeo motivacional com música épica ao fundo. Foi numa quarta-feira qualquer, dessas que já nascem com cara de segunda-feira atrasada.
Tudo começou no trânsito. Eu estava parado há séculos no mesmo lugar, assistindo a coreografia de buzinas e fechadas que se repetia toda manhã. Um carro me tranca, quase encosta no meu para-choque, o motorista grita alguma coisa, provavelmente nada sobre poesia contemporânea. Antigamente, eu teria evitado, gesticulado, ensaiado uma briga imaginária digna de novela e passado o resto do dia remoendo o episódio, reescrevendo na cabeça todas as respostas que eu poderia ter dado. Mas naquele dia, algo em mim, talvez cansado de ser figurante da própria irritação, sussurrou: “Sério mesmo que você vai gastar sua energia com isso? Você não tem mais o que fazer?” Ficou um silêncio dentro de mim. Era óbvio. E ao mesmo tempo, era novo. Respirei fundo, liguei o som, deixei o motorista ir embora levando só a própria raiva. Eu fiquei com o resto do dia.
A segunda grande prova veio no grupo da família. Discussão sobre política: tios inflamados, primos especialistas em tudo, emojis de “palminha” e “joinha” voando como se fossem argumentos. Eu, com o celular na mão, dedos coçando para escrever uma resposta de 18 linhas, citando dados, links, comentários analíticos, tudo aquilo que, sinceramente, ninguém ia ler. Foi aí que a frase reapareceu, como uma notificação interior: “Eu tenho mais o que fazer.” Deixei o celular de lado, coloquei uma música, fui lavar a louça. O mundo continuou girando, a treta continuou sem mim, e, curiosamente, ninguém morreu porque eu não dei minha opinião. Minha sanidade agradeceu.
Percebi, então, que antes eu tinha um talento impressionante: transformava problemas dos outros em carga extra de bagagem emocional para mim. Colega de trabalho reclamando do chefe? Eu sentia como se o chefe fosse meu. Amigo reclamando do relacionamento? Eu sofria como se fosse minha ex. Vizinho revoltado com o síndico? Lá estava eu, quase organizando uma revolução condominial. Era um talento, sim. Só que inútil. Um dia, depois de ouvir uma longa lamentação, eu desliguei a ligação exausto, como se tivesse corrido uma maratona emocional. Me olhei no espelho e perguntei: “De quem é essa vida que você está carregando nas costas? Porque a sua mesmo está ali, te esperando sentada no sofá…” E, de novo: “Você não tem mais o que fazer?” Foi libertador admitir: eu posso me importar, posso ouvir, posso apoiar. Mas assumir a dor do outro como se fosse minha profissão? Não mais. Eu tinha outras coisas pra fazer. Inclusive viver a minha própria vida.
Um dos parasitas mais silenciosos da minha paz eram as discussões imaginárias: conversas que nunca aconteceram, respostas que eu gostaria de ter dado, diálogos ensaiados com pessoas que já tinham seguido a vida há anos. Eu lavava a louça discutindo com o passado. Tomava banho respondendo ofensas que nunca vieram. Andava na rua com a testa franzida, brigando com alguém que nem estava lá. Até o dia em que, no meio de uma dessas novelas mentais, eu percebi: “Eu tô aqui, discutindo com o vento, e a vida passando na minha frente. Eu tenho mais o que fazer.” Parei. Senti a água batendo no rosto. Voltei pro presente. A discussão perdeu a graça sem plateia.
Quando digo que minha vida melhorou 200%, não fiz nenhuma fórmula exata. Mas tem uma conta que eu entendo: 50% foi quando eu parei de responder tudo. 50% quando eu parei de entrar em todas as brigas. 50% quando eu parei de tentar convencer quem não quer ser convencido e mais 50% quando eu parei de viver em função do que não depende de mim. Sim, o total dá 200%. Porque sair de “tudo me irrita” para “isso não é problema meu” quase dobra a qualidade de vida.
Hoje, eu uso essa frase como quem usa protetor solar: aplico antes de sair para viver. Alguém é grosseiro sem motivo? “Eu tenho mais o que fazer.” Alguém quer discutir só por esporte? “Eu tenho mais o que fazer.” Alguém insiste em me arrastar para um drama que não leva a lugar nenhum? “Eu tenho mais o que fazer.” E, curiosamente, esse “mais o que fazer” não significa que eu vá conquistar o mundo, ficar milionário ou escrever três livros. Às vezes, esse “mais o que fazer” é: deitar no sofá e descansar, aproveitar um café quente, ouvir uma música que eu gosto, brincar com o cachorro, ficar em silêncio. Porque eu descobri que ter “mais o que fazer” inclui, principalmente, cuidar da minha paz como quem cuida de uma planta difícil de manter viva.
Minha vida melhorou 200% depois que eu aprendi a olhar para certas situações e pensar: “Eu tenho mais o que fazer.” Não porque eu fiquei mais ocupado, mas porque fiquei mais seletivo. Se antes eu entrava em qualquer guerra, hoje eu escolho minhas batalhas. Se antes eu dava resposta pra tudo, hoje eu dou resposta só quando vale a pena. Se antes eu tentava controlar o incontrolável, hoje eu me concentro no que realmente é meu.
O resto? O resto eu deixo passar, na mesma leveza de quem olha pela janela do ônibus e pensa: “Bonito lá fora, mas eu não preciso descer em todas as paradas.”

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«No debemos pensar en la libertad y la tolerancia en una sociedad abierta como si fueran algo ilimitado. Aunque deberíamos garantizar la libertad de opinión a todos aquellos que están dispuestos a hacer lo mismo, no debemos incluir en esta garantía a aquellos que propagan seriamente la intolerancia o la violencia. Aquí podemos de nuevo aprender de los errores del pasado: aquellos que están tan profundamente comprometidos con la idea de la tolerancia que se sienten obligados a tolerar toda clase de propaganda que abogue por la intolerancia y el uso de la violencia puede que contribuyan a destruirse ellos mismos y a la idea de tolerancia.»
Karl R. Popper: «La sociedad abierta y el Estado democrático» (1963), en Después de La sociedad abierta. Paidós, pág. 308. Barcelona, 2010.
TGO
@bocadosdefilosofia
@dias-de-la-ira-1
İbn-i Fazıl (739–805) “Bilgi, yazıldığında medeniyet olur.”
• Kalbe: “Bir toplumun hafızası, yazıyla yaşar.” İbn-i Fazıl, sadece devlet adamı değil; ilmin taşıyıcısıydı. Onun kalbi, adalet ve üretkenlikle doluydu.
• Gönülle: “Bir yaprağın izi, bir çağın sesi olabilir.” Abbasi döneminde 17 yıl vezirlik yaptı. Gönül gözüyle bakıldığında, onun hizmeti bir medeniyet çağrısıdır.
• Akla: “Yazmak, düşüncenin mimarisidir.” Harun Reşid döneminde divan başkanı ve vezir olarak görev aldı. Bilginin yayılması için altyapı kurdu, eğitim ve kültür politikalarını destekledi.
• Bilime: 794 yılında Bağdat’ta dünya tarihinin ilk kâğıt fabrikasını kurdu. Bu adım, sadece İslam dünyasında değil; tüm dünyada bilgi çağının başlangıcı oldu. Kâğıt üretimiyle ilim, sanat ve düşünce yaygınlaştı.
• Bilgiye: İbn-i Fazıl’ın mirası bize şunu öğretir: Gerçek hizmet, insanlığa bilgi taşıyan altyapıyı kurmaktır. Onun kalemi, sadece yazmadı; yazılacakları mümkün kıldı.
Detrás de cada objeto o individuo que consideras insignificantes, millones de personas en el mundo desean tener lo que tú no valoras. 🌎