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pensando em aceitar minha cabeça raspada pq no one cares, mas EU ligo um pouco, mas é super libertador ficar de cabeça raspada e it's not that deep eu posso botar uma lace na hora que eu quiser...
n vou ver isso sozinha
https://x.com/teeneves/status/1820808895104770141?t=8ugaMeeGmGYGEIBpQ7pfxg&s=19
POIS DEVERIA TER VISTO SOZINHA [😵💫]
minha mente agora tá "woozi, woozi, woozi!" então é isso mesmo que vai ser...
o woozi que, no começo, jura que nunca vai ser um namoradinho grudento (e realmente tenta não ser), pois ama produzir sozinho na paz e na tranquilidade, amém [🙏🏽].
o woozi que começa a se apegar a você muito mais do que ele imaginava, bem aos pouquinhos (ele mal percebe, mas você vira o primeiro pensamento na cabeça dele quando ele acorda e o último quando ele vai dormir).
o woozi que vem todo sonso te pedir pra dar uma passadinha no estúdio dele. só pra poder te ver, sabe? coisa rápida. nada demais.
o woozi que, de repente, te quer por lá todos os dias. nem que seja só pra ficar jogada no sofá dele.
o woozi que te quer no colinho dele sempre que ele faz uma pausa e que "esquece" de te pedir pra sair quando volta a trabalhar.
o woozi que inclusive esquece até de trabalhar porque, poxa, cê tá tão cheirosinha...
o woozi que nem lembra mais o que tava fazendo, porque já tá com o rosto enfiado no seu pescoço te enchendo de chamego.
o woozi que perde total o rumo das coisas e quando vê já tá com as mãos enfiadas embaixo da sua blusa.
o woozi que fica manhosinho vergonhosamente rápido. apertando seu corpinho contra o dele, te mordendo, se esfregando igual um gatinho e te segredando um monte de elogios bem baixinho.
o woozi que fica preso nesse transe por mais tempo que ele gostaria.
o woozi que se toca do que está fazendo quando percebe que ficou excitado.
o woozi que fica todo vermelhinho e te dá um monte de broncas inofensivas cheio de vergonha (sendo que foi ele quem iniciou a coisa toda).
o woozi que passa a ter certeza de que você é a maior ameaça à carreira dele [☠️].
n/a: como é difícil ser uma escritora que escreve vey
SE VOCÊ QUISER...
Todos los días pienso que tal vez debí dedicarme a otra cosa.
Tal vez debí estudiar artes,
tal vez debí dedicarme a escribir,
tal vez debí estudiar psicología,
tal vez debí inscribirme a danza,
tal vez tal vez tal vez...

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𝐓𝐀𝐋𝐕𝐄𝐙
Talvez eu ainda a ame, Talvez eu tenha gostado do gosto dessa ilusão. Talvez esse sentimento ainda clame E talvez, só talvez eu me entregue á essa paixão.
Talvez ainda escrevo poemas pensando nela, Talvez ainda guarde cada segundo nosso em minha memória. Talvez o mesmo pensamento me persiga: Ela E talvez, só talvez eu queira uma vírgula em nossa história.
Talvez o seu cabelo ainda seja o mais encantador, Talvez ainda me perco em seu olhar. Talvez sua voz ainda me encante com apenas um timbre singelo E talvez, só talvez, o seu sorriso ainda me faz sonhar.
Essas dúvidas ainda me consomem, Talvez nunca ache resposta para esse sentimento. Mas mesmo assim minhas barreiras se corrompem, Voltando novamente para os questionamentos de tormento.
Mas sei que gosto de todas as suas características, Amo inteiramente essa junção. Afundando em um mar de emoções erráticas E aumentando a cada segundo essa paixão.
O sentimento é incerto, As dúvidas são sempre constantes. Mas tento seguir o caminho certo, Tentando não desmoronar a qualquer instante.
Não sei mais como me expressar, É algo difícil de te falar. Quando foi que o "gostar" virou "amar"? Mas um dia vou conseguir te olhar e a mais pura verdade contar.
Mesmo te amando, nossa amizade me contenta. Faço qualquer coisa para te ver bem, Ver seu sorriso sincero já me acalenta, Comigo, sozinha ou com alguém.
— Merj.
O Bebê de Rosemary e o Medo Feminino
Desde criança eu assisto filmes de terror com o meu pai. O Bebê de Rosemary foi só um dos muitos que fizeram parte da minha infância. o que, pensando bem, é um pouco desesperador. Alguém realmente achou que era uma boa ideia deixar uma criança ver aquilo. Na época, eu entendia o medo do jeito que o filme queria que fosse entendido: o medo do diabo, das seitas, do oculto. Era o auge do satanic panic nos Estados Unidos, e o horror vinha do sobrenatural, daquilo que estava fora da nossa compreensão.
Mas quando eu reassisti o filme agora, percebi que o verdadeiro terror não está no diabo. Está em ser a Rosemary. O medo real é o de ser desacreditada, manipulada, gaslightada até perder a própria voz. É o terror de ter o corpo violado, vendido, controlado, e ainda assim ser obrigada a sorrir porque dizem que “é normal”, que “é só coisa de grávida”, que “você tá sensível demais”. O horror do filme, hoje, pra mim, é o horror de ser mulher num mundo que constantemente te diz que o seu corpo e as suas sensações não te pertencem.
E é quase irônico e cruel saber que esse filme foi dirigido por Roman Polanski, um homem acusado de violentar uma menor de idade. Existe algo profundamente perturbador em perceber que o mesmo olhar que filmou a agonia da Rosemary também é o olhar de alguém que representou, na vida real, a própria monstruosidade que o filme tenta retratar. É o tipo de ironia que faz o estômago embrulhar, porque de alguma forma, o horror se torna mais autêntico. Ele vem de um lugar real.
Hoje, existem filmes que exploram esse mesmo medo de outra forma, como Imaculada. Eles falam do corpo feminino, da religião, do controle, mas o olhar é diferente. Não é o olhar do predador. É o olhar de quem sente, de quem entende, de quem viveu na pele. E talvez por isso, mesmo sendo potentes, não deixem o mesmo gosto amargo que O Bebê de Rosemary deixa. Não porque faltem camadas, mas porque o incômodo é outro. É mais seguro, mais limpo. E O Bebê de Rosemary nunca foi limpo.
Reassistir o filme hoje me fez perceber que o verdadeiro pacto com o diabo não é o ritual do filme, mas o contrato silencioso que toda mulher é forçada a assinar: aquele que diz que o seu corpo não é seu, e que a sua dor é exagero. Podcast ver: https://youtu.be/Bo5F6I-CLbI