To Taehwan, there's nothing funnier than a werewolf dressing up as a werewolf, so every year he picks a new way to do the same thing. In the past he's gone as Michael J Fox's Teen Wolf and as a giant wolf with a full body outfit. But this year this year he needed something he could perform in as his band had a gig on Halloween night.
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Taehwan scoffed. "I'm like ten years younger than you, max. My mom and dad had an age gap bigger than us." Not that his father was a person he ever wanted to be compared to. Sitting back and pouting, Taehwan tried not to be a total brat about the other's words. His biggest insecurity had always been feelings of not being enough and while being too young wasn't a failing in his character, it felt too much like being told he wasn't enough. "I just seem younger than I am. It's the whole rock band thing. Keeps me youthful."
After a short pause, he started up all over again. "And who says I'd even let you mate with me. I mean who says I even like you like that." Anyone who could see the way he had been acting would know. Taehwan had been making up excuses to see Maksim. He had been neglecting band practices and, even worse, he had been trailing the alpha around, acting like a puppy in love. Maybe it was because Maksim was the first Alpha he had met, but Taehwan had never felt this kind of connection with someone. He had never been eager to please, until now.
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✦ Nome do personagem: Kim Taehwan.
✦ Faceclaim e função: Mingi - ATEEZ.
✦ Data de nascimento: 05/04/1997.
✦ Idade: 28 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Qualidades: Leal, autêntico e criativo.
✦ Defeitos: Impulsivo, orgulhoso e desconfiado.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: DJ na Erostic.
✦ Bluesky: @TT97KT
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, VIOLENCE.
✦ Char como condômino: Taehwan é um morador reservado e sempre na dele, do tipo que evita conversa no elevador e tenta passar batido pelos vizinhos, mesmo que isso não funcione muito. Tem um olhar meio fechado, que fazem alguns acharem ele intimidador. Ninguém sabe muito sobre sua vida e ele prefere manter assim.
TW's na bio: menção a ilícitos, agressão, abandono paternal, morte materna e palavras de baixo calão.
Biografia:
Nunca tentei ser o cara certinho, no mundo em que eu nasci e fui criado, ninguém tem tempo pra isso. Vim de Bucheon, um canto que ninguém coloca no mapa, e desde cedo aprendi que no corre todo mundo se vira como dá. Nunca fui de seguir regras e, sinceramente? Nem tentei. Infância? Não sei o que é isso, cresci vendo minha mãe se matando pra dar conta das obrigações da casa. Não tive pai e nem irmãos, éramos só eu e ela até o dia em que a vida cobrou o preço e então, era eu por mim mesmo. Perdi minha mãe aos quinze e aquilo ali foi o que faltava pra largar de vez a escola, não tinha sentido naquela besteira toda, eu tinha que sobreviver. Precisava viver do meu jeito. É claro que viver na periferia tem seu preço. Comecei aprendendo com os mais experientes da região a lidar com as mesas de mixagem. Era bem amador, mas dava para o gasto do que eu precisava naquela hora. Quando eu ganhei mais idade, começou a dar conta de pagar o mínimo que eu precisava para colocar a cabeça no travesseiro todos os dias.
Só que a idade chega e de repente as pessoas acham que a gente pode dar conta de outras responsabilidades. De um dia pro outro, o que girava de verdade era o que rolava por fora, os ilícitos, que começaram a pagar as contas melhor do que as festas. Pela primeira vez, dava pra segurar a onda, pelo menos um pouco. E eu comecei a viver mais a minha vida de um jeito diferente. Até conhecer ela. Era rica, linda, cheia de tédio daquela vidinha perfeita. Se quer saber, nem parecia de verdade, às vezes eu me sentia dentro de uma história de ficção, porque ela era igualzinha às meninas dos filmes que eu achava que nem existiam. E a gente se grudou de um jeito que até hoje eu não sei explicar, só sei que ela gostava do que eu oferecia, achava diferente, mais real. E eu? Achei que poderia ser alguma coisa na vida, sair de onde eu tava pra ser algo melhor. A expectativa? Boa. O obstáculo? A família dela, que não aceitava nem a pau. Quem ia querer a boneca de porcelana namorando um fodido? Tô dizendo, era igualzinho a um filme ruim de romance, desses que só passam na televisão.
É claro que deram um jeito e ainda voltaram aos tempos medievais, enfiando a menina em um noivado com um playboy, desses que nunca sujaram o tênis na vida. E o Kim Taehwan, metido a justiceiro e iludido de “amor”, achou que podia chegar no cara e resolver tudo com uma surra. E resolvi mesmo, minha primeira passagem pelo xadrez. Um ano lá dentro, pra entender que pobre só se ferra mesmo, não importa o lugar. Ela nunca me visitou, óbvio. Nunca mais deu as caras, e era lógico que não ia aparecer. Saí de lá com o peso da cadeia nas costas, ficha suja e um monte de dívidas que nem eram minhas mais. Cobrança até dizer chega do trampo antigo, “ponta solta” que o Taehwan deixou depois de sumir e um monte de problema com gente que não esquece fácil. Eu nem lembrava mais dos caras, mas eles? Não iam esquecer. De repente, a Bucheon que um dia tinha sido minha casa, virou um campo minado.
E quando eu entendi que se ficasse ali, ia acabar morto ou voltando pra cadeia por algo bem pior, só pensei em meter o pé. Minha mãe dizia que “quem foge, vive pra lutar outro dia”, e naquele momento eu entendi o que ela queria dizer. Juntei o que dava e peguei meu rumo, não avisei ninguém. Saí de madrugada, com uma mochila nas costas e o primeiro ônibus que ia pra longe, sem ter certeza de onde ia parar. Claro, acabei em Seul. Dormi uns dias num albergue de juventude fingindo que era turista. Comi miojo por três semanas direto. Pensei em voltar mais de uma vez, mas toda vez que lembrava das ameaças, do gosto de sangue na boca e daquela confusão do caralho, eu engolia o choro e seguia. Procurei trabalho, tentei de tudo: entregador, caixa, segurança de festa. Nada dava certo por causa da ficha, as pessoas na rua podem não saber quem é você e qual o seu passado, mas basta um contrato para a informação vazar e todo mundo te olhar torto. As primeiras semanas foram um inferno.
Deu trabalho até achar um lugar que fosse aceitar o que eu era. E eu nem tinha esperança de que fossem aceitar, só queria entrar num canto e ter sossego, um pouco de paz, se não fosse ironia demais pedir aquilo. Foi quando eu ouvi falar de uma vaga de DJ em uma boate em gangnam, dentro de um condomínio. Claro que parecia uma pilantragem. Eu? Em uma boate dentro de Gangnam? Nem a pau. Mas o lugar parecia diferenciado, não era só uma boate enfiada em um condomínio de luxo. Todo tipo de gente frequentando o lugar, então, por que não teria o lugar pra um DJ fodido na vida até ali? E não é que tinha? No primeiro papo, deu certo, deixei tudo combinado. Parecia uma boa ideia e eu estava disposto mesmo a tentar. O problema era: ainda tava dormindo onde dava. Até que um dos bartenders comentou que o condomínio — o tal do Acropolis Complex — poderia ter um lugar pra mim em um dos blocos mais acessíveis, o Tartaros. Pensei duas vezes antes de tentar algo em um bloco com aquele nome, mas quem eu queria enganar e o que eu queria provar? Se a estética seguisse o nome, era o lugar perfeito. Convencer eles de que eu não ia arrumar confusão é que foi o problema. Por pouco não pedi pra instalarem uma câmera dentro do apartamento pra ser vigiado 24 horas por dia, tipo um reality. A verdade é que eu tava desesperado, morrendo de fome naquela altura e com sono acumulado dos dias dormindo mal. E eu, com sono, convenço mais do que currículo, nem que for pra ter o olho do síndico nas minhas costas o tempo todo.
Não vou dizer que a vida ali funciona às mil maravilhas. Mas dentro da Erostic, pelo menos, não parece que eu tô correndo, parece que eu tô indo. Ainda não sei pra onde, mas sem aquele desespero que me sufocava dia e noite desde que eu dormi pela primeira vez na cadeia. Mas Seul é uma cidade filha da puta. Sempre tem surpresa escondida numa esquina. E algo me diz que ainda não vi nem metade do que ela tem pra jogar na minha cara.