Hellraiser: Inferno
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Hellraiser: Inferno
2000

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MCU, um resumão das fases 1 a 3 (parte 2)
Guardiões da Galáxia 1 e 2
O filme dos Guardiões da Galáxia foi a primeira grande surpresa do MCU. Até então, os filmes adotaram a fórmula da familiaridade: tinham personagens razoavelmente conhecidos pelo público em geral (Homem de Ferro, Hulk, Thor, Capitão América) e apostaram em algumas celebridades no elenco (Robert Downey Jr., Samuel L. Jackson, Natalie Portman, Edward Norton, Anthony Hopkins, etc.).
Guardiões veio com uma equipe de personagens que as pessoas nunca ouviram falar e um elenco não tão conhecido. Os mais famosos, como Vin Diesel e Bradley Cooper, eram apenas dubladores. O que parecia ser um filme de padrão indie acabou se mostrando um blockbuster.
Também foi o primeiro filme do MCU com protagonistas totalmente feitos de animação computadorizada (antes já tinha o Hulk, mas ele era em parte CGI, em parte um ator real), no caso o Rocket e Groot. Esta dupla contribuiu para aumentar a disneyzação da Marvel, acrescentando esse elemento de fábula, com um animal e uma planta falantes.
Mas a fórmula que fez os Guardiões serem tão queridos vai além do uso de pets. O humor foi muito bem administrado, com situações cômicas e punchlines em abundância, mas sem parecer forçado (como aconteceu com vários outros filmes do MCU). O diretor e roteirista, James Gunn, soube administrar o humor.
Outra surpresa agradável foi a ambientação. Pela primeira vez o MCU tinha um filme cósmico, uma saga espacial e muito bem desenhada. Os cenários são belos, cheios de cores e fantasia, uma homenagem aos clássicos dos quadrinhos da Marvel desenhados por Jack Kirby.
Por fim, a cereja do bolo nessa "fórmula James Gunn" foi a trilha sonora. Com animadas e saudosas músicas do tempo da fita K-7, a peça ganhou um clima nostálgico e agradável. O resultado de toda essa alquimia foi uma bilheteria de 700 milhões de dólares, quase 1 bilhão por um filme de uma equipe que até então ninguém conhecia e que depois disso entrou instantaneamente na galeria de personagens da cultura pop.
Todavia, Guardiões da Galáxia não foi apenas divertido e engraçado. Ele deu uma grande contribuição para ampliar toda a mitologia do universo da Marvel no cinema, explorando seus aspectos cósmicos, mostrando mundos além da Terra, civilizações como os kree, a Corporação Nova e desenvolvendo a história das joias do infinito, preparando caminho para a saga de Thanos.
O final forçou demais a barra, além de ser meio piegas aquele negócio do grupo dar as mãos para suportar a joia do infinito. Por outro lado, essa cena serviu pra estabelecer o fato de que a joia é muito poderosa para ser usada por qualquer mortal e só alguém muito forte seria capaz disso, no caso, Thanos. Depois veríamos que até o Hulk teve dificuldade em manipular as joias.
A sequência em 2017 pôde se dar ao luxo de incluir grandes figuras no elenco, como Stallone e Kurt Russell, manteve toda a fórmula da música + humor e ampliou a psicodelia das cores e dos belos cenários cósmicos, além de incluir um personagem literalmente grandioso, Ego, o planeta que é um ser vivo e consciente. Também deu um vislumbre de uma das mais importantes criaturas das histórias cósmicas da Marvel: o Vigia.
Também foi apresentado o Enclave, uma civilização cientificamente avançada feita de umas pessoas douradas, e ali vimos de relance a presença de Adam Warlock, o que criou falsas expectativas quanto ao futuro do MCU, já que nos quadrinhos Warlock é o grande adversário de Thanos, mas ele não apareceu nem no Guerra Infinita nem no Ultimato.
(06,09,2019)
A magia e psicodelia de Doctor Strange
Uma das qualidades do MCU, esse complexo universo cinematográfico elaborado pela Marvel, é a existência de vários mundos, vários ambientes temáticos. Temos os planetas alienígenas, o mundo subatômico, Wakanda e até a civilização lunar dos Inumanos.
O Doctor Strange (2016) veio para inaugurar o universo místico da Marvel e fez isso num verdadeiro show de psicodelia. Todos os filmes do MCU recorreram abundantemente aos efeitos especiais, mas nenhum fez isto com uma estética tão surreal quanto Doctor Strange.
Explorando a ideia de que existem múltiplas dimensões e que podem ser acessadas por meio da magia, o filme enche nossos olhos com cenas de viagens interdimensionais e alteração da realidade. Desde os primeiros trailers, o público logo notou certa semelhança com Inception (2010), particularmente aquela cena em que Ariadne entorta uma cidade no mundo do sonho. Em Doctor Strange, esse efeito é levado a outro nível e é criado um caleidoscópio gigante com as ruas e edifícios de Nova Iorque.
Há ainda mais psicodelia quando o Strange é levado a experimentar uma viagem astral e então temos uma cena que parece um live action dos momentos mais transcendentais de Rick and Morty, com um show de cores e formas e fractais.
O Doutor Estranho se tornou uma das peças fundamentais para a grande saga que viria, a Guerra Infinita, e em seu filme solo já ficou claro que é um dos mais poderosos personagens do MCU. Na verdade eu diria até que ele É o mais poderoso, até mesmo superando a Capitã Marvel.
O médico Stephen Strange teve uma evolução muito rápida de homem comum e cético para mago poderoso. Em poucos anos de aprendizado ele já foi capaz de manipular uma joia do infinito, o Olho de Agamoto, e enfrentou uma criatura interdimensional, Dormammu.
É curioso que o vilão da grande saga dos Vingadores, Thanos, representava uma ameaça para o universo e foi preciso um esforço gigantesco de toda a equipe para detê-lo, enquanto o vilão que Strange enfrentou era um ser que vinha destruindo vários universos do multiverso, logo, ele era muitíssimo mais poderoso e perigoso que o Thanos, e Strange o enfrentou sozinho.
Além de dar forma ao universo mágico do MCU, o filme do Doutor Estranho também abriu espaço para algo que ainda está em desenvolvimento para as próximas fases: o multiverso. Não à toa, o próximo filme do mago vai se chamar Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022).
(02,05,2020)
Ant-Man 1 e 2
O primeiro filme do Homem-Formiga (2015) foi uma grande surpresa, semelhante a Deadpool. Enquanto a Marvel vinha dando as cartas há quase uma década com filmes mais ou menos todos parecidos (a fórmula Marvel), Ant-Man veio com uma proposta diferente, bem mais exagerada e infantil, algo estilo Querida, Encolhi as Crianças. E deu muito certo.
Pegaram um personagem pouco conhecido do grande público e exploraram seus poderes de maneira criativa, inteligente, cômica (como a memorável luta do herói e do vilão encolhidos em meio aos brinquedos de um quarto de criança). Foram além e apresentaram o mundo quântico, uma ideia surreal, ao estilo do Doutor Estranho, e ampliando o universo da Marvel no cinema.
A segunda aparição do personagem foi no Guerra Civil (2016) e também foi bem aproveitado. Então vem Homem-Formiga e a Vespa (2018) que foi bem fraquinho. O filme tem duas horas e a primeira hora não tem nada de interessante. É uma série de eventos tediosos (compare-se, por exemplo, com Deadpool 2 que já começa em plena ação e segue desenvolvendo a história em uma cena interessante após outra, sem dar espaço pro tédio).
A coisa só começa a ter alguma graça após a primeira hora com algumas cenas de perseguição, o Homem-Formiga usando um caminhão como patinete e a breve cena da formiga apelidada de Ant-onio Banderas, (um trocadilho bem apropriado). Pra mim foi a melhor piada. As piadinhas constantes são todas fracas, pra não dizer sem graça, e só quem salva o humor é o Michael Peña que, assim como no primeiro filme, faz aquela coisa de narrar uma história num estilo brainstorm muito legal.
A produção não economizou no elenco. Teve Michael Douglas, Michelle Pfeifer, Laurence Fishburne, Evangeline Lilly, Judy Greer, mas nenhuma dessas figuras foi bem aproveitada. Também o mundo quântico foi pouco explorado. Era a oportunidade para expandir esse universo das coisas pequenas, mas gastaram tempo demais numa trama insossa.
Uma coisa que cismei foi com as lutas corporais, algo que começou no primeiro filme e no segundo usaram à exaustão. Os caras têm o poder de mudar de tamanho e nas lutas não aproveitam isso de formas criativas. Tudo se resume a bater, chutar, encolher pra esquivar, crescer, bater, chutar.
Enfim, teve uma coisinha que valeu a pena que foi a última cena, porque fez o link com Guerra Infinita, seguindo a tradição do MCU. Esse finalzinho deixou uma bela ponta solta para os filmes que virão em seguida e quem sabe o Homem-Formiga tenha uma importância crucial na resolução do problema deixado por Thanos.
(12,11,2018)
Capitã Marvel, a arma secreta dos Vingadores
Sejamos honestos: o melhor do filme da Capitã Marvel (2019) é o gato e depois do gato o Samuel L. Jackson e a interação dele com o gato. Tudo o mais é pouco memorável.
O personagem do Jude Law, que deveria ser uma figura paternal ou um mentor, não parece convencer na sua importância na vida da Capitã. A personagem da Annette Bening, a Dra. Lawson, deveria ser a figura materna, mas também não parece haver química entre ela e a Carol Danvers.
Quanto à Capitã Marvel, ela é ok, só lhe faltou tempo para desenvolvimento. A ideia é que ela seja a arma secreta da iniciativa Vingadores, o Ás na Manga que o Nick Fury só pode sacar em situações que os outros heróis não podem resolver. A forma, porém, como essa arma secreta foi preparada e apresentada é bem prematura e sem substância.
Enquanto Iron Man, Thor e Capitão América tiveram suas trilogias para desenvolverem um bem construído arco heroico, e Hulk, Gavião e Viúva Negra, mesmo não tendo filmes solo (o Hulk até teve aquele do Edward Norton, mas nem conta muito), tiveram bastante participação ao longo do MCU para solidificarem sua presença, a Capitã teve que evoluir às pressas ao longo de seu único filme a fim de ficar pronta para participar do Vingadores Ultimato (2019).
Enfim, a personagem chegou atrasada na festa e não teve tempo de se arrumar. Sua história de origem é assim contada apressadamente e sem dar tempo para nos apegarmos a ela ou ninguém à sua volta. E quem acaba ganhando mais carinho do público é justamente o personagem que já tinha um arco bem construído no MCU, o Nick Fury, que vem com o carisma do Samuel L. Jackson.
Assim, como um bônus, além de termos a Capitã Marvel introduzida no MCU, temos a última peça que faltava no quebra-cabeças da biografia do Nick Fury: o seu início de carreira. Não só dele, mas também do Agent Coulson, que, convenhamos, é o personagem/ator que mais trabalhou em todos estes dez anos de MCU. Coulson esteve nesse universo desde o comecinho, desde o primeiro filme do Iron Man (2008) e ao longo da longa série dos Agents of SHIELD (2013-2020).
A cereja do bolo é o mascote felino, o gato alienígena Gonzo, que protagoniza um dos maiores spoilers de todo o MCU. E aqui vai o spoiler: foi ele quem feriu o olho do Nick Fury, dando ao chefão dos Vingadores seu clássico visual com tapa-olho.
Por fim, o filme é também importante ao MCU por introduzir a raça alienígena dos skrulls, que possivelmente terão importante participação nas futuras sagas. É bem provável, por exemplo, que, depois de Guerra Infinita, a próxima grande saga será Invasão Secreta, tendo os skrulls como os grandes vilões.
(18,12,2019)
As séries animadas do MCU
O universo compartilhado de animações
Algumas das animações da Marvel ao longo desta década surgiram motivadas pelo sucesso do MCU no cinema e de certa forma podem ser chamadas de "animações do MCU", mas é bom lembrar que não existe de fato uma interligação entre estes desenhos e os filmes.
Afinal, os filmes se passam no universo chamado Earth-199999 e as animações que aqui vamos listar acontecem no universo compartilhado Earth-12041. São quatro séries: Ultimate Spider-Man (2012-2017), Avengers Assemble (2013-2019), Hulk and the Agents of S.M.A.S.H. (2013-2015) e Guardians of the Galaxy (2015-2018).
Os crossovers entre os personagens destas séries são frequentes. Vemos Vingadores na série do Aranha, Guardiões da Galáxia nos Vingadores, etc. Também há diversos vilões aparecendo ora em uma ora em outra série, como Thanos, Galactus, Loki, Dotor Destino, Beyonder, Modok, Drácula (sim, o Drácula) e Ultron.
O Thanos, aliás, chega a ser possuído pelo Carnificina na terceira temporada dos Guardiões. Na verdade, Thanos é tão poderoso que ele não fica sob controle do simbionte, ao contrário, utiliza-o como um instrumento para ficar mais forte.
Além destes há muuuitos outros. Realmente não economizam nos personagens. Temos Spider-Girl, Spider-Man Noir, Spider-Man 2099, She-Hulk, Ms. Marvel, Hulk Vermelho, Surfista Prateado, Adam Warlock, Deadpool, Quarteto Fantástico, Novos Guerreiros, asgardianos, olimpianos, alguns X-Men e até figuras pitorescas como o Porco Aranha (Spider-Ham) e Howard o Pato.
Com o selo Disney XD foi lançada a minissérie Marvel Rising (2018-2019) que se passa em seu próprio universo, sem ligação direta com o MCU. Entre os personagens recorrentes temos a Ghost-Spider, Kamala Khan, Squirrel Girl, Patriot, America Chavez, Ironheart. Além das duas temporadas, também lançou o filme Marvel Rising: Secret Warriors (2018).
As animações da Lego
Lego Marvel Super Heroes: Maximum Overload (2013), é feito de cinco episódios curtinhos e parece inspirado na saga Atos de Vingança, dos quadrinhos, pois vemos o vilão Loki manipulando outros vilões para atacarem os heróis.
Lego Marvel Super Heroes: Avengers Reassembled (2015) é uma história de episódio único de 22 minutos em que os Vingadores enfrentam Ultron.
Tem ainda outras que nem cheguei a assistir: Lego Marvel Super Heroes: Black Panther (2018), Lego Marvel Spider-Man: Vexed by Venom (2019) e uma série Lego Spider-Man (2017-2019) com 41 episódios.
(03,10,2019; 16,06,2026)
Black Phone 2
3.5/5
Not quite as good as the first but still pretty fun. The plot is running on a lot of nonsense, but it’s still well-paced and scary. Liked how Gwen got more focus and was more of a main character. But for how much crying she did, can we not get some fake tears on the girl???? Ethan Hawke’s only on one creepy setting the whole time, but he’s still a very effective monster of a villain. Enjoyed the film grain effect in the dream sequences. Fuck it, they’ve got a formula going now, we’d be up for another of these.
Letterboxd
The Gorge • Director Scott Derrickson
The Black Phone
4/5
Really fun and creepy. Mason Thames does a great job given he’s a kid in a room talking to a phone for most of the movie. He sells the fear and the character development, but also makes the supernatural elements feel authentic. Meanwhile Ethan Hawke is in full-on creep mode and we’re for it. Early on he’s leaning a little on some homophobic tropes, but it makes it clear pretty quick that the Grabber is putting on personas a lot, an unknowable monster. Really liked the moments when the ghost kids appear, again, Thames’ non-reaction sells the effect. Fantastic finale, dropping a lot of Chekhov’s guns without being too obvious about the setup it’s done. You’ve got to be clever and put it together just like the main character.
Letterboxd

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Rain in film [18/??]:
THE BLACK PHONE (2022) dir. Scott Derrickson
Patricia Kara Hellraiser Inferno 2000
Black Phone 2 : le sequel terrifiant débarque enfin sur Netflix
Considéré comme l’une des meilleures suites horrifiques contemporaines, Black Phone 2 a rejoint le catalogue de Netflix depuis le 16 mai. Bien que le film n’ait pas encore intégré le top 10 des visionnages de la plateforme, il devrait rapidement y figurer, porté par l’enthousiasme des spectateurs qui avaient salué sa sortie initiale. De l’horreur psychologique au surnaturel Le très attendu…