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I love Blade Runner but I can't help but once in a while mourn the loss of Deckard's wife from the story, the scene with Isodore (replaced with J. F. Sebastian) telling him that he doesn't want to live anywhere near him after he kills Roy and Pris, AI entertainers whose talk show is on air 24/7, and Rachael coming to the roof of Deckard's house at the end of the story to throw his goat off the edge after previously laughing from realisation that he appears to love this goat more than even his wife.
Poetic Outlaws
"Ubik", de Philip K. Dick en la Línea D
Someone compared my writing to that of Philip Dick. I've never read him. What should I start with? Are there any dickheads around?

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Os Olhos do Céu, de Philip K. Dick: O Livro de 1957 que Antecipou a Falha na Realidade e o Conceito de Matrix
Em 1957, um jovem escritor californiano de vinte e nove anos, sem dinheiro, sem prestígio e sem qualquer garantia de que alguém o leria, publicou um romance que continha, comprimida em menos de trezentas páginas, a pergunta mais perigosa que a ficção pode fazer. Não era uma pergunta sobre o futuro. Era sobre o presente. Sobre agora. Sobre o mundo que você habita neste exato momento, enquanto lê estas linhas, enquanto aceita como natural a textura desta tarde, a lógica das notícias, a razoabilidade das leis que o governam.
A pergunta era simples, quase banal na sua formulação, devastadora na sua implicação: e se a realidade que você chama de real fosse, na verdade, a projeção da psicologia perturbada de alguém? E se as regras invisíveis que organizam o mundo — as hierarquias, os tabus, as certezas tão evidentes que nunca pensamos em questioná-las — fossem não leis da natureza, mas os delírios de uma mente com poder demais e exame de si mesma de menos?
Philip Dick não estava escrevendo ficção científica. Estava escrevendo um diagnóstico. E o paciente era o leitor.
O livro chama-se Os Olhos do Céu. Foi sua primeira grande obra. E permanece, quase setenta anos depois, um dos romances mais incômodos já escritos — não porque seja violento, não porque seja obscuro, mas porque é preciso com uma frieza cirúrgica sobre o mecanismo pelo qual os seres humanos constroem prisões e as chamam de lar.
O texto que se segue não é uma resenha. Não é um resumo. É uma arqueologia: uma escavação camada por camada das ideias que Dick enterrou nesse livro, das conexões que ele traçou entre a paranoia coletiva da Guerra Fria e a estrutura mais antiga de toda tirania — a crença, sempre não examinada, de que o mundo em que vivemos é o único mundo possível.
Você vai encontrar aqui Philip Dick jovem e obcecado. Vai encontrar o Bevatron de Berkeley e oito pessoas caindo. Vai encontrar quatro pesadelos em sequência, cada um mais reconhecível que o anterior. Vai encontrar Platão e McCarthy e a Comissão de Energia Atômica e a pergunta que todas essas coisas convergem para fazer: quem escreveu as leis do mundo em que você vive, e por que você nunca pediu para vê-las?
Os Olhos do Céu, de Philip K. Dick: O Livro de 1957 que Antecipou a Falha na Realidade e o Conceito de Matrix by Claudio Suenaga on Patreon
Just another Buster Friendly from yours truly
Free kindle book and epub digitized and proofread by volunteers.
No weapon has ever been frightful enough to put a stop to war— perhaps because we never before had any that thought for themselves!
[ID: The cover for the magazine Galaxy Science Fiction from January 1953, which cost 35 US Cents. It shows a color painting of a scene from The Defenders, by Philip K. Dick, showing a robot standing in front of a rocket plane, standing on burnt black ground with a smoky sky and ruined cities in the background. The robot is made of shining grey metal, and is very humanoid in shape, with very thin limbs with larger joints on the feet, knees, elbows and shoulders. It has a large dome for a head. In its hands it holds a large, futuristic gun. It has its head turned to look over its shoulder at another robot climbing into the plane. End ID.]