De Cabeça em Cabeca da África ao Brasil, até Mim
por Raki Lopes
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De Cabeça em Cabeca da África ao Brasil, até Mim
por Raki Lopes

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Coincidências do dia .. a gente aqui na pinacoteca .. e o Borba Gato queimando em SP … racistas não passaram .. grande dia .. prontos para a 24J #racistasnãopassarão #fascistasnãopassarão #escravocratasnãopassarão #fogonosracistas #exposicaofotografica #fotografia #maluornelas #exposicaocoletiva #afrodescendente #photography #vidasnegrasimportam #arte #movimentonegro #blackpower #direitoshumanos #igualdaderacial #racismoécrime #ihavedream #forabolsonaro #elenão (em Pinacoteca Fórum das Artes) https://www.instagram.com/p/CRus7y2LVg4/?utm_medium=tumblr
Abdias Nascimento (1914-2011), poeta, ator, escritor, dramaturgo, artista plástico, professor universitário, político e ativista dos direitos civis e humanos das populações negras no Brasil.
Textos anexados no link [https://drive.google.com/open?id=1Srw_RxZR2XdluE_zNSPu_DkldcFUNZYq]
stop racism
Movimento Negro protesta em SP contra racismo sofrido por Vini Jr
Reprodução: © REUTERS/Pablo Morano Entidades fazem manifestação em frente ao consulado da Espanha Publicado em 23/05/2023 - 22:44 Por Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil - São Paulo ouvir: Com sinalizadores vermelhos nas mãos e gritos de “fogo nos racistas”, manifestantes do movimento negro fizeram, no início da noite de desta terça-feira (23), um ato em frente ao Consulado Geral da Espanha em São Paulo, na zona Oeste da capital paulista. O protesto foi motivado pelo reiterado racismo sofrido, na Espanha, pelo jogador de futebol brasileiro Vinícius Júnior. “O que ele viveu é agressão de um estado racista e de uma extrema direita espanhola que oprime os negros, imigrantes, LGBTQIA+, e mulheres. Não foi um caso isolado, não foi apenas um torcedor. Já o xingaram de macaco, desejaram sua morte, encenaram o seu enforcamento. É violência racial”, diz texto elaborado conjuntamente por entidades do movimento negro participantes e lido em forma de jogral no ato. O atleta atua no Real Madrid, time que disputa o Campeonato Espanhol, organizado pela La Liga. No último domingo, Vinicius Júnior foi vítima de mais uma ação racista em um estádio espanhol. Durante a derrota do seu time para o Valencia por 1 a 0, no Estádio Mestalla, casa dos adversários, Vini Jr. escutou insultos racistas e gritos de “macaco” vindos das arquibancadas. “O Estado espanhol nos deve reparação, as empresas Santander, Microsoft, Puma, Panini, e todos os que patrocinam La Liga nos devem reparação. A La Liga nos deve reparação. Vocês racistas precisam entender: Não passarão”, acrescenta o documento. Estavam presentes representantes do Movimento Negro Unificado, da União de Negras e Negros pela Igualdade (Unegro), do Movimento Raiz da Liberdade, da Uneafro Brasil, e movimentos negros ligados aos partidos de esquerda, como o PT, o PCdoB e o Psol. “O estado espanhol tem traços de uma extrema direita neofascista, que é contra a política de imigrantes. O que a La Liga expressa é o que a população negra vive naquele país. O Vini é muito corajoso de denunciar a violência racial e de ajudar a quebrar um silêncio. O Vini é muito odiado pelos racistas porque ele reage a essa violência”, destacou Simone Nascimento, do Movimento Negro Unificado. Os manifestantes estenderam faixas nos portões do consulado e projetaram, na fachada do prédio, frases como “La Liga Racista” e “Chega de Racismo”. “Estamos aqui novamente em manifestação contra mais um ato racista que sempre acontece com nosso povo preto, com nosso povo periférico e, dessa vez, aconteceu do outro lado do mundo. Lá na Espanha. Não vamos mais aceitar isso, não temos mais espaço para o racismo, para intolerância religiosa, para homofobia, para qualquer tipo de preconceito, não temos mais espaço para essas pessoas”, ressaltou o presidente do Unegro, André Alexandre. A vereadora de São Paulo Elaine Mineiro (PSol), ou Elaine do Quilombo Periférico, defendeu que, além dos torcedores acusados, o Estado espanhol responda também pelo racismo praticado contra o jogador. “É importante a gente estar aqui chamando o Estado espanhol à responsabilidade, porque os Estados, as nações pelo mundo inteiro, se acostumaram a dar desculpas para não responsabilizar os racistas”, disse. “A gente vai fazer com que o Estado espanhol tenha sim que se responsabilizar”, acrescentou. A reportagem procurou o Consulado Geral da Espanha em São Paulo, que ainda não se manifestou. Foram pedidas manifestações, também ainda sem retorno, das empresas Puma, Santander, Microsoft e Panini. Edição: Marcelo Brandão
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Espetáculo circense com protagonistas negros estreia no Rio
Reprodução: © Sergio Fernandes/Divulgação Apresentações serão neste fim de semana no Circo Crescer e Viver Publicado em 14/04/2023 - 06:15 Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro ouvir: Depois de apresentações nas capitais de São Paulo e Minas Gerais, e no Festival de Curitiba, o espetáculo musical PROT{AGÔ}NISTAS – O Movimento Negro no Picadeiro chega ao Rio de Janeiro para três sessões. Elas serão realizadas nesta sexta-feira (14) e sábado (15), às 19h, e no domingo (16), às 18h. Os ingressos custam R$ 15 e podem ser adquiridos no site do Sympla. As apresentações ocorrem no Circo Crescer e Viver, no bairro da Cidade Nova, região central da cidade. Durante a apresentação nesta sexta-feira (14), haverá intérprete de Libras e audiodescrição. Às 11h, será realizada palestra gratuita, com duração de uma hora. O tema Estou aqui - O lugar ocupado pelo artista negro e sua representatividade na cena cultural nacional vai ser abordado pela convidada especial Thallita Flor, uma palhaça preta da Cia Mala de Mão.
Reprodução: Rio de Janeiro - Cena do espetáculo Prot(agô)nistas. Foto: Sergio Fernandes/Divulgação - Sergio Fernandes/Divulgação O diretor Ricardo Rodrigues informou que o espetáculo tem músicas autorais e traz uma versão afrocentrada, com narrativa sobre o negro em diáspora no Brasil. O próprio título PROT{AGÔ}NISTAS traz a palavra agô entre chaves, extraída do idioma Iorubá, que simboliza a abertura de portas e caminhos.
Protagonismo
“O nome protagonista está no plural porque cada artista tem o seu momento de protagonismo no espetáculo, com as músicas autorais da própria banda, que toca ao vivo, e as ações circenses que se dão dentro de uma narrativa que fala de amor na comunidade preta, de cabelo da pessoa preta, do quilombismo, do genocídio. São situações implícitas, onde a plateia percebe e acompanha essa celebração circense no picadeiro”, afirmou Rodrigues. Para o diretor, apesar de serem temas tristes, o espetáculo não visa a fazer denúncias. “Ele é celebrativo, circense, eufórico até, eu diria. O público está muito junto, na festa. Acima de tudo, é celebração, é circo”.
Reprodução: Rio de Janeiro - Cena do espetáculo Prot(agô)nistas. Foto: Sergio Fernandes/Divulgação - Sergio Fernandes/Divulgação O Coletivo Prot{agô}nistas é formado por 30 artistas negros, a maioria oriunda de periferias. No espetáculo no Rio, 21 artistas estarão em cena, entre malabaristas, trapezistas, músicos, palhaços, contorcionistas, bailarinos. As coreografias, que vão da capoeira ao hip hop, do balé ao GumbootDance, trazem o tom acrobático que permeia todo o espetáculo, com performances organizadas por Washington Gabriel. A iluminação valoriza as cores que ressaltam a essência do panteão da África. Os autores do espetáculo são o Coletivo Prot{agô}nistas e Solas de Vento Produção Cultural e Artística. Em junho, ele deverá ser apresentado no Recife. Edição: Graça Adjuto
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#Repost @almapretajornalismo with @let.repost • • • • • • “Quem é responsável pela morte do povo negro neste país?”, indaga @ecmineiro, vereadora de São Paulo, durante o ato por justiça para Genivaldo de Jesus e por todas as vítimas da violência racista do estado. #justiçaporgenivaldo #policiarodoviariafederal #movimentonegro #almapretajornalismo (at Radio Tatuape FM) https://www.instagram.com/p/CeGao3iDaj8/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Solano Trindade
Hoje, 48 anos sem o poeta do povo, Solano Trindade. ”Sou Negro Sou negromeus avós foram queimadospelo sol da Áfricaminh`alma recebeu o batismo dos tamboresatabaques, gongôs e agogôs Contaram-me que meus avósvieram de Loandacomo mercadoria de baixo preçoplantaram cana pro senhor de engenho novoe fundaram o primeiro Maracatu Depois meu avô brigou como um danadonas terras de ZumbiEra valente…
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