Merry whales in the log of the ship Susan, kept by Reuben Russell. Nantucket Historical AssociationPublic Domain

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Merry whales in the log of the ship Susan, kept by Reuben Russell. Nantucket Historical AssociationPublic Domain

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Segunda historia completa, estoy pensando seriamente que Todas juntas a Ninguna parte sea una especie de aventuras en forma de novela corta, creó que la narración súper extraña encaja mejor que dibujar las escenas extrañas que ocurren, jejeje.
Ya van 2 y esto sigue.
La tercera parte ya la estoy escribiendo y viene personaje nuevo, siempre pensé que debía ser un grupo de 6 protagonistas más amigas adultas, ahora escenas sin contexto de la tercera parte:
Arte Medieval
Museu de Belas Artes
Bilbau
Espanha
Una biblioteca en un monasterio del Tíbet.
Se descubrió en 2003, tras un muro sellado, y contenía 84.000 sutras escritos a mano y pergaminos que relataban la historia de la humanidad de hace 10.000 años. Estaban escritos en sánscrito, chino, tibetano y mongol.
¿Por qué estaba oculto tal conocimiento?
En el Monasterio de Sayaka, en el Tíbet, se encontraron ocultos 84,000 volúmenes que podrían contar toda la historia humana.
algumas pessoas me fizeram acreditar que quando a luz me atingia na medida certa, bem quando eu achava ser digno o suficiente, de alguma forma eu me transformava em água nas mãos daqueles que tentavam me segurar. não que eu achava que era indigno de atenção. é que acreditei por muito tempo que era indigno do esforço, da manutenção e da eternidade.
deus, me sentia tão cansado.
tentar viver era um processo exaustivo para mim. porém aprendi que na maioria dos dias me manter vazio era a única maneira de ver o sol ir e vir. sempre foi muito difícil de entender, no entanto, estava cheio de soluços cansados. nunca quis ser triste, mas como podia esperar que fosse feliz simplesmente quando estava cansado de tentar me descobrir? acredite em mim, passei inúmeras noites me aprofundando mais e mais vezes, apenas para me transformar em alguma coisa relevante.
as memórias são lembretes de quem eu sou e quem eu queria ser. parece que não, mas tinha medo de abraçar a escuridão, porque sempre soube que se eu fizesse isso, ela ia tirar a cor do céu que, incansavelmente, pintava. é bem quando sentia a tristeza repentina e repetidas vezes, porém tudo o que eu mais queria era me sentir calmo e contente. eu nunca me permiti acreditar que estava me deixando ficar ruim de novo. eu fingia que estava bem. pensei que era mais forte, mas claramente os demônios eram mais triunfantes em sua causa.
odiava me ver ficar frio, amargo e ressentido, mesmo em relação a coisas pequenas e irrelevantes, quando tudo o que sempre quis foi apenas ser caloroso, gentil e amoroso. às vezes eu sentia que a resposta era dormir, dormir muito. não para escapar, mas para descansar a alma dos sentimentos. porque tudo, absolutamente tudo me devorava completamente.
afinal, o inferno pessoal de um romântico sem esperança é se sentir sozinho.

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Las Hagadot catalanas
🇪🇸 Durante los últimos siglos de la Edad Media, hubo un notable intercambio cultural y artístico entre las comunidades cristianas y judías, evidenciado en manuscritos como la Hagadá Prato y otros textos religiosos. Las comunidades judías, a partir del siglo IV bajo el dominio cristiano, experimentaron tanto periodos de represión como de colaboración. En territorios como los reinos de Castilla y Aragón, especialmente en Barcelona, hubo interacción entre gremios cristianos y judíos que trabajaban juntos en la manufactura de libros religiosos. Los artesanos de ambos grupos compartían técnicas para iluminar manuscritos, extraer pigmentos y trabajar pergaminos. Ejemplos de este intercambio incluyen la similitud estética entre las escenas bíblicas judías y cristianas, como la representación de Moisés regresando a Egipto y la huida de José y María a Egipto, o las lamentaciones por los primogénitos hebreos y la Piedad cristiana. Estas similitudes demuestran un profundo intercambio tecnológico y figurativo entre las dos comunidades.
Los artesanos que manufacturaban las Hagadot se relacionaron con sus homónimos cristianos que hacían biblias. Un texto de Luis Huitrón.
🇺🇸 During the last centuries of the Middle Ages, there was a notable cultural and artistic exchange between Christian and Jewish communities, as evidenced in manuscripts like the Prato Haggadah and other religious texts. Jewish communities, from the 4th century onwards under Christian rule, experienced both periods of repression and collaboration. In territories like the kingdoms of Castile and Aragon, especially in Barcelona, there was interaction between Christian and Jewish guilds working together on the production of religious books. Artisans from both groups shared techniques for illuminating manuscripts, extracting pigments, and working on parchment. Examples of this exchange include the aesthetic similarity between Jewish and Christian biblical scenes, such as Moses returning to Egypt and Joseph and Mary’s flight to Egypt, or the lamentations over the Hebrew firstborn and the Christian Pietà. These similarities demonstrate a deep technological and figurative exchange between the two communities.
O departamento de perdas informou mais uma vez que o sentimento de certeza que aquele tinha era ilusório e todo esse amargor que restou é trágico.
Assassinato em massa, carnificina emergente.
A vitima da fatalidade constante dos erros mundanos, uma reverencia ao desespero, sofrida essência - Lhe tiraram tudo. Básico erro de interpretação clássico.
Ambulâncias em alta velocidade, RCP descompassada.
Hora da morte, desconhecida. Mas seu fim ja tinha acontecido a muito tempo. As tendencias de perfeição daquele eram radicalistas, nunca teria percebido.
Costela quebrada, fraturas expostas.
Autopsia completa, aquele lhe abriu, olhou, vasculhou, nada que havia dito foi mantido. As desculpas foram escondidas em erros inventados pelo desespero.
Fome insaciável, medo das evidências.
Carne fresca e terra molhada, aquele e sua culpa disfarçada de sofrimento, era tão jovem, era tão tolo. Certeza na voz e no olhar, mas sempre insatisfeito com o jantar.
Parâmetros de ética desregulados, mais uma historia triste adicionada ao seu diário.
Bem-vindo ao meu pesadelo, um lugar onde tudo parece escuro e desolado. Aqui, as sombras dançam e o medo se torna meu fiel companheiro. Cada passo adiante é como se estivesse caminhando sobre brasas incandescentes, uma luta constante contra os demônios que habitam minha mente.
Neste abismo, a angústia e a solidão são meus maiores adversários. Os suspiros se transformam em soluços, e as lágrimas que derramo se misturam com a amargura que se enraíza em meu coração. Sinto-me como um barco à deriva em um mar tempestuoso, sem norte nem direção.
Não posso negar que há momentos de desespero, em que parece que as paredes se fecham ao meu redor e não há saída. Mas, mesmo nesse inferno pessoal, há algo que me mantém vivo: a esperança. Por mais tímida que seja, ela brilha como uma estrela solitária no céu escuro da minha existência.
Acredite, caro leitor, que até mesmo nas profundezas mais sombrias da minha alma, há uma chama de coragem que nunca se extingue. Eu luto, batalho, machucado, mas jamais desisto. Cada tropeço é um aprendizado, cada dor é um lembrete de que sou mais forte do que jamais imaginei.
Na escuridão dessa jornada tortuosa, aprendi a enxergar as pequenas luzes que surgem no horizonte. Uma palavra de conforto, um gesto de afeto, um abraço apertado. Esses momentos efêmeros, mas preciosos, se transformam em força, em um sopro de alento que me impulsiona a continuar.
Não se engane, meu pesadelo não é apenas uma fonte de dor, mas também de superação e crescimento. Pois, mesmo quando tudo parece perdido, eu descobri que há uma beleza escondida na busca por encontrar a luz. E, embora demore, eu sei que um dia irei despertar desse sonho amargo e encontrar a minha verdadeira paz.
Então, bem-vindo ao meu pesadelo. Permita-se sentir, permita-se sonhar e permita-se encontrar a força dentro de você para enfrentar os demônios que o cercam. Lembre-se de que, mesmo no caos mais profundo, há sempre uma revoada de borboletas, prontas para trazer a beleza e a esperança de um novo amanhecer.