Seguir o caminho fácil e imediato está tornando as coisas mais difíceis. Enquanto o Brasil não entender que o caminho da prosperidade e do crescimento passa pela redução significativa do Estado, com cortes reais de impostos, privatização de todas as empresas estatais, abertura da economia e fim das regulações e das leis trabalhistas excessivas, continuará predominando a ideia de que a política é o meio de resolver as coisas. Escrever direitos num papel e criar benefícios e privilégios na canetada é a forma correta de crescer.
Enquanto essa mentalidade permanecer, o Brasil continuará sendo um país pobre, trilhando o caminho da mediocridade. O país precisa de ajustes duros, mas a classe política e a população, em geral, não querem. E, a cada dia que se nega a realidade, essa conta fica maior.









