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God speaks to each of us as he makes us, then walks with us silently out of the night.
These are the words we dimly hear:
You, sent out beyond your recall, go to the limits of your longing. Embody me.
Flare up like a flame and make big shadows I can move in.
Let everything happen to you: beauty and terror. Just keep going. No feeling is final. Don’t let yourself lose me.
Nearby is the country they call life. You will know it by its seriousness.
Give me your hand.
From Rilke’s Book of Hours: Love Poems to God.
Eles chegam como abutres
Sobrevoando a carne morta
Mas ao contrário dos abutres, com seu papel natural
Eles não tem estômagos
Criaram um sistema onde a satisfação não existe
Estômagos são limitados
Contas bancárias, não
Os prazeres compráveis não tem fim
Uma família morre
Sua carne, inanimada, apodrece sob o sol
Os vivos, ainda pobres, disputam seus pedaços
Com seus advogados, juízes, livros de leis
Encontram formas de transformar o que resta
Em alimento para suas contas bancárias, seus desejos, sua ganância
Se esquecem até do que não morreu, ou de quem
Colocam suas vontades, seu egoísmo
Acima do menor, do que não tem nada
O corpo, exposto ao sol, é disputado por bicos afiados
Arrancando cada um seu pedaço
Cortes cada vez mais profundos
Consomem tudo que aguentam digerir
Ao contrário dos abutres os humanos não esperam a morte
O apodrecimento
Para que possam se alimentar
Eles se alimentam de carne fresca, carne viva
Não percebem que carne viva tem um valor maior que o de satisfazer
E esse valor é o de compor um conjunto que mantém a vida
A vida já não importa
O que importa é
Que aquele corpo é recurso
E não podem esperar a morte para consumi lo
Não podem nem ao menos
Ser um pouco mais unidos
E chegar a decisão comum
De abraçar a carne viva, enxergar o sagrado da carne viva
O conjunto que se move e cria
Onde habita a fagulha divina
Ao invés disso criam um espetáculo de sangue
Onde o mais fraco é consumido
Destroçado
...
Demorei muito pra entender o que é a vida. Junte se em pequenos grupos que defendem a si mesmos, defendem suas mentiras, suas violências, suas sujeiras, e seja assim defendido em troca.
Eu não sei o que em mim que nunca suportou nada disso, nem sujeira, nem mentira, nem violência. Esse algo em mim nunca conseguiu ser base de falsas relações. Talvez seja por isso que eu seja uma pessoa isolada. Sei lá.
Perdi minha casa, minhas plantas, minha segurança, o último carinho de quem me criou, que já morreu a tanto tempo, mas que deixou um legado que me abraçou pelos últimos 10 anos.
É o fim de uma grande era na minha vida, tento não me agarrar a ela, seria pior. Nada nunca foi meu, foi um suspiro da sorte.
A perspectiva de estar tão próxima a possibilidade de morar na rua é assustadora.
Queria continuar esse texto mas me esgotei

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Fiz um bolo
Era pra ter sido um bolo de cenoura, mas lembrei que meu liquificador quebrou. Então virou um de chocolate.
Enquanto eu misturava a massa, acertei mais ou menos no olho as quantidades, untei a forma e coloquei pra assar
Voltei meia hora depois, comecei a fazer brigadeiro. Assim que o brigadeiro ficou pronto, abri o forno, espetei o bolo. Perfeito!
Nunca tinha acertado uma massa de bolo fofinha, gostosa e bem assada dessa forma. Me senti finalmente levando honra para as boleiras da minha família hehehe.
Espalhei a cobertura, me servi. Amo bolo quente.
Olhei para aquele monte de bolo delicioso... pensei em você.
Que pena que só eu estou aqui pra vê-lo.
Pensei na sua filha... e no sorriso que vocês dariam comendo bolo fresquinho.
Pensei na sua risada, nas besteiras que a gente ia falar e em como ficaríamos as 3 empanturradas de bolo no meu quintal, vendo o céu azul de nuvens branquinhas.
Que pena, amor. É só um devaneio. tão gostoso quanto o bolo que eu mastigo agora.
Que pena que foi uma visão que somente eu vi, ou somente eu tive a ânsia de realizar. Talvez só eu tivesse a intenção de materializar...
Enquanto a areia do tempo passa desgastando os sentimentos efêmeros, observo seus momentos finais.
Deixo a ir em paz, abandono as visões de belezas possíveis
e de mundos novos...
Eles nunca foram pra nós.
Respirar
E deixar ir
Sem palavras demais
Nem de menos
Reconhecer e deixar ir
O que chega com o vento se vai
O que chega com o vento se vai
QUE DIA VIADO A VIDA É MUITO LOUCA