Não é todo dia que sou convidado a dar um passeio numa lancha, mas quando a Grazi ficou nua, logo eu soube que aquilo seria muito mais do que um passeio. Com quase um metro e setenta de altura, a loira estava com o corpão bem definido.
Seios grandes e de longe eu vi que pareciam durinhos, cabelo solto que se espalhava à brisa, barriga definida, mas que para a minha sorte, não tinha “gominhos”, coxas grossas e torneadas e uma bunda...
-Nada melhor do que tomar um banho de sol como viemos ao mundo. – me disse Grazi, olhando para mim com felicidade e ao contrário de mim, sem vergonha alguma.
Estávamos sim em mar aberto, mas não muito longe da praia. Eu enxergava as pessoas na areia bem pequenas e não saberia se elas estavam ou não nuas. E com esse mesmo “pensamento” por outro ângulo, quer dizer, se eu estivesse na praia e olhasse para essa lancha, talvez estivesse com a mesma dúvida.
-Não precisa ficar com vergonha de mim. Já te vi pelado antes. – disse Grazi, piscando para mim e talvez se lembrando da nossa última vez, num motel.
Eu achava que não tinha nenhuma “trava”, porém fiquei paralisado, sem conseguir reagir.
-Deixe-me ajudá-lo. – disse Grazi, ajoelhando-se de frente para mim e abrindo o meu calção de praia.
Assim que ela desceu o meu calção, desamarrou com gentileza o laço da minha sunga e ao baixá-lo até a altura dos meus joelhos, pegou meu pau e ficou batendo em seu próprio rostinho.
Coloquei minhas mãos na cabeça de Grazi, enrolando os cabelos dela e aproximei minha rola dura na boca dela. Abocanhando com carinho, minha “amiga” começou a “saborear” o meu pau, dando lambidinhas na “base” da minha rola e chupando apenas a “cabecinha” do meu pau.
Debaixo de um sol que nos aquecia cruelmente, a loira começou a engolir todo o meu pau e logo eu pude ver a enorme bunda de Grazi, enquanto meu pau “sumia” na boquinha dela.
Minha “amiga” chupou meu pau por um longo tempo, mas não com a intenção de me fazer gozar. Não. Ela queria que meu pau estivesse todo babadinho.
-Vem por cima. Adoro a posição “papai-mamãe” e bom que você tampa o sol para mim. – disse Grazi, dentando em cima de um colchão da própria lancha, que fica na proa.
Abrindo as pernas, logo eu pude ver a bela boceta rosada dela. Uma boceta carnuda e avantajada, que eu queria mesmo era chupar.
Escancarando as pernas e me puxando para que eu ficasse em cima dela, Grazi fala, sem “papas na língua”:
-Me come! Penetra esse caralho duro dentro de mim e acaba comigo!
Por mais que a vagina de Grazi não estivesse lubrificada, foi o meu pau que funcionou como um membro de fácil penetração. Ao colocar a cabeça do meu pau na “porta” da boceta de Grazi, eis que ela me agarra e torna a penetração mais gostosa.
Senti meu pau “dilacerar” aquela boceta apertadinha e assim, Grazi começou a gritar. Não foram apenas gritos de prazer, mas de dor também. Ela já me confidenciou que precisa ir transar num lugar isolado para não ter vergonha de gritar e perder a vontade de dar.
A rapidinha foi ligeira ao mesmo tempo, prazerosa. Acho que mais gozei por causa dos gritos de Grazi do que pelo corpão dela. Claro, com uma boceta como a dela, bem “grossinha” e apertada, ajuda e muito a você revirar os olhos de prazer.
Sem falar que escutar a minha amiga gritar para mim:
-Goza na minha cara e nos meus peitos. – não é muito comum.
O jorro de gozo foi sem rumo, apesar de eu segurar meu pau na direção do rostinho de Grazi, que aguardava impaciente a minha porra. E ela não desperdiçou nadinha, enquanto eu gozava. Foi porra no cabelo dela, no rosto, nos olhos, nos peitos e até na barriguinha dela.
E com uma bunda como só a Grazi tem, tive que me esforçar para que meu pau voltasse a ficar duro, já que com uma reboladinha breve por parte da loira, o gozo foi mais rápido e em menos quantidade.
Grazi não nega “fogo”. Como eu raramente passo da segunda vez, ela me veio com sua massagem erótica. E ela usa todo o seu corpo, menos as mãos. Começando com os cabelos ondulados e loiros, minha amiga mais me faz rir do que ficar excitado, mas tudo muda quando ela começa a me massagear com seus peitos volumosos e durinhos. Coloca os peitos na minha boca, para que eu possa chupar por um tempo, depois desliza seus seios pelo meu peito, barriga e coxas e por fim, pelo meu pau e quando este começou a ficar duro, eis que ela inventa de fazer uma “espanhola”.
A “espanhola” até que funciona. Deixando o meu pau durinho. O problema é que eu não tinha mais energia para a “cavala” da minha amiga, que pegou meu pau e voltou a colocá-lo na boca, mas antes, me dizendo:
-Adoro o gosto do seu pau!
Eu revirava meus olhos, gemia alto e por fim, comecei a gritar de prazer. E por mais que eu não estivesse sentindo minhas pernas e mãos, Grazi veio para cima de mim, “cavalgar” lentamente, aproveitando minha rola dura, até recomeçar a gritar e assim como eu, perder os sentidos após gozar.
Acordei pelado em cima do sofá, com a lancha atracada no porto e sem ninguém por perto. Grazi me mandou uma mensagem, dizendo que tinha um importante compromisso com o namorado e me agradecia por deixá-la relaxada, afinal, hoje seria o seu noivado.