uma prancha e um sonho ( de não engolir água do mar ) @brvnintkwcnn
Havia remoÃdo tanto aquela decisão, mas a voz de Dohyeok, seu irmão, soava em sua cabeça com aquele olhar penoso que ele sabia fazer sempre que mostrava preocupação pelo irmão e a vontade de vê-lo vivendo. Yoonhak não sabia se existia uma fórmula para essas coisas, mas há um tempo refletia sobre o que fazia quando não com a cara em livros acadêmicos ou com o peso de academia em mãos. Se pegou pensando o que se tinha na vida para se viver. Não que surf fosse ser a resposta, Yoonhak não tinha isso em mente, mas uma conversa com seu pai o fez pensar mais no mar. Por mais isolado que se fizesse, trancado, Yoonhak era também um cara das praias; ele adorava Jeju por causa disso, desde moleque. 'Por que não?' foi o comentário do velho após sugerir, junto de um: 'Você sempre acorda cedo mesmo'. E ele tinha razão. Além disso, a aula experimental ainda era de graça e sem compromissos para além do horário - qual parecia, tanto ele quanto o surfista, ter cumprido. "Bom dia! Você é o. . . instrutor, né?" e ansioso - do jeito bom e meio ruim -, acrescentou: "A gente já entra na água hoje?"










