O desassoreamento de cursos d'água no Rio Grande do Sul, uma ação solicitada por líderes empresariais e políticos desde as cheias de 2024, é avaliado por especialistas em hidrologia como uma medida que, embora útil em arroios e canais de navegação, apresenta riscos e custos elevados, sem garantias de eficácia em grandes mananciais como o Guaíba. O governo estadual está atualmente contratando três empresas para realizar um mapeamento detalhado do fundo de alguns dos principais rios da região, com o objetivo de avaliar a viabilidade da remoção de sedimentos. Este mapeamento, conhecido como batimetria, é considerado essencial para a realização de simulações sobre o impacto de possíveis futuras cheias. A expectativa é que a análise de quatro bacias prioritárias seja finalizada em até 180 dias.(...)