The Andromeda Galaxy will collide with the Milky Way about 4.5 billion years
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The Andromeda Galaxy will collide with the Milky Way about 4.5 billion years
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A Galáxia de Andrômeda, tal qual um olho cósmico a nos fitar. . The Andromeda Galaxy, like a cosmic eye looking at us. . Credit: NASA/Chandra/Hubble . #nasa #chandra #hubble #andromeda #galaxy #galaxia #eye #olho #cosmic #cosmico #astrogram #observatoriog1 #space #espaço #astronomy #astronomia #localgroup #grupolocal
A galáxia de Andrômeda, ou M31, é uma galáxia espiral que faz parte do chamado grupo local, um grupo de galáxias que inclui a Via Láctea. Nessa foto impressionante, as nuvens vermelhas são feitas de hidrogênio pertencentes a nossa própria galáxia. . The Andromeda galaxy, or M31, ia a spiral galaxy which is part of the so called local group, a group of galaxies that includes our own Milky Way. In this impressive picture we can see red clouds made of hydrogen that are part of our galaxy. . Credit: R. Andreo . #milkyway #andromeda #vialactea #clouds #nuvens #localgroup #grupolocal #space #espaço #apod #astrogram #observatoriog1 #deepspace #espaçoprofundo #apod #hydrogen #hidrogênio #astrofotografia #astrophotography #longexposition #longaexposicao
Reposted from @telescopio_1609 (@get_regrann) - Galaxias compañeras La Vía Láctea no es un universo insular, sino un miembro de un pequeño grupo de galaxias llamado Grupo Local. El Grupo Local contiene alrededor de 3 docenas de galaxias conocidas, agrupadas en dos subgrupos alrededor de dos galaxias espirales masivas: la Vía Láctea y la Galaxia de Andrómeda. En varios miles de millones de años es posible que la Vía Láctea y Andrómeda colisionen y se fusionen para formar una gran galaxia elíptica. #AprendeUnPoco #Galaxias #GrupoLocal #ElConocimientoEsPoder #LasMaravillasDelUniverso - #regrann (en Time Traveler Technologies Ltd.) https://www.instagram.com/p/B2XnMnRjLrh/?igshid=ryqlvsqyphy6
This is Mozambique. Hoyo-Hoyo means welcome locally. Video concept and theme music created by Agência GOLO for the International conference Nature Based Tourism that took place in Maputo. Footage gently sent from reserve parks accross the country. This shortfilm has already gone viral. #mozambique #agenciagolo #1481studios #grupolocal #thinklocal

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Novo filme do BCI intitulado "Moçambique"criado pela Agência GOLO já está no ar. #thinklocal #agenciagolo #mozambique #grupolocal
O BARÓMETRO DA ECONOMIA
por Thiago Fonseca CEO do Grupo LOCAL Sócio e Director de criação da Agência GOLO Muitas empresas quando veem o mau tempo a chegar perdem a perspectiva e tomam decisões baseadas no momento e não na continuação dos negócios. Olham para o chão para não tropeçar nas pedras em vez de se respirar fundo, erguer a cabeça, e olhar em frente. Ficam com medo de ver para além do horizonte, que afinal não é um precipício como se pensava há pouco mais de 500 anos atrás. Quem consegue fazer diferente, vê tudo por outra perspectiva e sabe que tempestades podem ser fortes mas sempre passam. Nestes momentos enquanto todos os seus concorrentes estão com o pé no travão fica muito mais fácil de os ultrapassar. É o momento certo para investir. Uma empresa pode sair fortalecida de uma crise se investir naquilo que é o activo mais importante que possui: a sua marca. E deve fazer isso precisamente quando todos ficam à espera de braços cruzados. À espera de ver o que vai acontecer. Liderar é exactamente o oposto. É passar a acção. Faça parte da solução em vez de soluçar. Em uma das suas frases mais famosas, Nizam Guanaes disse algo que se tornou célebre no mundo do marketing: “Enquanto todos choram aproveite para vender lenços.” A História da humanidade ensina que é nos momentos mais difíceis que surgiram as maiores invenções, as ideias mais criativas. A dificuldade força-nos a encontrar a solução. É hora de parar de reclamar. Não existe nenhum caminho fácil para algum lugar que valha a pena ir. E o caminho comum, o mesmo de sempre não permite que se descubram novos caminhos, que nos levam a lugares melhores. Saia da estrada e encontre um novo trilho. Se vem vento, ice uma vela e aproveite. Se vier sol forte capte a energia com um painel solar. Se chover aproveite a colheita. Os empresários em Moçambique devem repensar a sua tomada de decisões quando são postos à prova. A maior parte só está a reagir aos sinais do alarme. Corre-se com urgência em cortar custos. Mas o melhor mesmo é cortar apenas as gorduras desnecessárias. Aproveite para deixar a sua empresa e a sua marca mais saudável e elegante. Isso já está a acontecer. E mostra que, como tudo na vida, até as crises tem um lado bom. Não reclame. Faça um reclame. Muitas vezes, o lugar mais fácil de cortar parece ser no marketing. Afinal, os mais desavisados acham a publicidade e a comunicação algo de importância secundária. Esquece-se que as empresas vendem basicamente o mesmo que os seus concorrentes. Mas as pessoas, os consumidores não compram produtos e serviços. Compram relações, ideias e magia. E isso só a marca consegue fazer. Mas quando se deixa de anunciar, a marca fica enfraquecida. Sai da frente dos olhos, e, mais importante, do coração do consumidor. E já é sabido, quem não aparece não existe. Numa Agência lidamos com todos os segmentos do mercado. Desde os celulares à banca. Da imobiliária aos FMCG (fast moving consumer goods) que todos os dias estão na prateleira dos supermercados e na banca dos mercados. Sabemos o que se passa na indústria automóvel, empresas de serviços. Temos acesso a tudo isso e mais. Sentimos o pulsar da economia observando a actividade dos anunciantes mais diversos. Locais e globais. Por isso a publicidade é o barómetro da economia. Um barómetro é um instrumento antigo usado em navegação que funciona medindo a pressão atmosférica. Nenhuma outro instrumento sente melhor a subida e a descida da pressão como um barómetro. Quando a pressão desce, significa que vem mau tempo. No caso dos negócios com a baixa de pressão muitos sentem-se pressionados. Mas quando se sente não se senta. Neste momento o ponteiro do barómetro de moçambique já apontou a maior mudança no tempo dos últimos vinte anos. E mesmo que o ponteiro do barómetro caia ainda mais, sempre chega o momento em que ele volta a subir. A economia tem de aprender com a natureza. Não há arco-íris sem chuva. E é das nuvens mais escuras que cai a água mais pura e cristalina. Aproveite a baixa da pressão e coloque mais pressão na sua actividade. Mas não deixe que a sua pressão sanguínea suba. Este é o momento certo para investir na sua marca. Anuncie e saia a liderar. Aproveite a ‘crise’ antes que ela passe.
COM SUMO LOCAL.
O ano era 1992 e a maior marca local de consumo era sumo.
O sumo Loumar, "o refresco do seu paladar" era o nome de uma marca moçambicana produzida em Maputo pelas indústrias Loumar na altura.
Após a guerra civil que consumiu o País, as montras das lojas vazias estavam cheias desse sumo de laranja concentrado.
E antes do momento em que estava a começar a nova sociedade de consumo e livre escolha, Loumar era a única escolha.
Foi também a primeira grande marca anunciante. Tinha com frequência spots na rádio, anúncios no jornal, fez alguns dos primeiros outdoors e foi a primeira marca a anunciar na TV com um filme publicitário filmado e produzido de raiz em Moçambique.
Mais importante que tudo isso, Loumar era um produto local.
Nesse ano, foi assinado o acordo geral de paz e a guerra estava a acabar. As estradas estavam prontas para se viajar para outras províncias e para os Países vizinhos.
A África do Sul, fica a uma hora de distância de carro da capital Maputo.
Não demorou muito até começarmos a importar tudo. Incluindo sumo.
As lojas começaram a ficar cheias de produtos.
Um deles era o sumo Oros produzido na África do Sul. Mais competitivo, com uma embalagem mais apelativa e com a ideia de 'ser de fora' rapidamente tomou o lugar do Loumar.
A marca local e a empresa não resistiu por muito tempo.
A economia de Moçambique passou a ser na sua maioria uma indústria de serviços. Empresas Import, Export era o que mais se via.
Até algumas das Agências de publicidade na altura tinham na sua denominação, Agência tal, Import Export, Lda. Faziam tudo.
E trazer produtos de fora era o negócio.
Tudo parecia correr bem. Não era preciso Moçambique produzir quase nada. Afinal já existia tudo feito no estrangeiro.
Talvez por isso nunca se deu a devida importância à produção local.
Em 1975 Moçambique conquistou a independência. Mas mais tarde a dependência conquistou Moçambique.
Consumo e dores. Hoje com a realidade económica actual, tudo mudou.
Consumidores locais totalmente dependentes de produtos importados enfrentam agora o maior desafio de sempre.
Com a "crise", a desvalorização do metical para comprar divisas torna-se um obstáculo.
E as medidas do governo, que impõe aos bancos comerciais limites no uso dos cartões de crédito e débito no estrangeiro, mudaram o jogo.
Não conseguindo comprar fora, a única solução é comprar localmente.
Para isso tem de crescer a produção local.
Temos uma grande terra onde devemos semear essa ideia.
Comprar local tem de ser a mensagem. Ao optarmos por produtos moçambicanos, cada compra que fizermos ajuda a impulsionar a economia local.
Cada metical gasto na aquisição de produtos de pequenas e médias empresas fica no País.
É a soma de todas essas iniciativas pequenas que podem tornar a nossa economia grande.
Esse é o caminho. E não o caminho para os Países estrangeiros para adquirir tudo.
Chegámos ao ponto extremo de comprar mangas na África do Sul enquanto vemos as nossas mangas a caírem de maduras das árvores no chão.
E a nossa economia fica cada vez mais sem nada na manga.
Parece haver uma preferência por tudo o que é de fora. Pela célebre galinha da vizinha.
Não se discutem os gostos. Mas neste momento devemos questionar os gastos.
Porquê bacalhau se temos peixe fresco?
Moçambique tem algodão. Mas até esse algo dão. Para depois comprarmos de volta em forma de roupa cara no estrangeiro.
Se comprarmos tudo localmente contribuímos para refrescar a economia.
Comprar produtos locais é melhor. No caso dos vegetais há uma procura em todo o mundo pelo que sai fresco da terra. Porque tem mais nutrientes.
É a coisa certa a fazer. É eticamente correcto. A compra de produtos locais é responsabilidade dos consumidores. Isso vai provocar o aumento da demanda e por consequência obriga maior produção para satisfazer a oferta. Começará um novo ciclo.
É a bola de neve num País onde nunca nevou.
Com este efeito a crescer, impulsiona-se a iniciativa para criação de novas ideias de produtos.
Para quê tanto côco se não usarmos a cuca?
Comprar local é ajudar o local.
É errada a percepção de quem acha que os moçambicanos não gostam de trabalhar.
A maior prova disso foi a migração de mão-de-obra local moçambicana para as minas da África do Sul. Os 'Madjonjones' trabalharam e trabalham arduamente para fazer crescer a economia de outro País e ganham pouco em troca.
Mas afinal, com a descoberta de recursos minerais localmente não devíamos estar a cavar nesse sentido em vez de cavar para fora?
Uma das maiores provas que a compra local faz crescer a economia de um determinado local é Nelspruit, hoje Mbombela. A cidade foi literalmente construída por moçambicanos. Desde a compra de bens de consumo, à saúde, turismo, os moçambicanos viajaram.
Se essa tendência do consumo local iniciar aqui, inicia também um ciclo inevitável de inovações e iniciativas que ajudarão a sociedade inteira.
Será valorizado o trabalho e o talento local para produzir e criar produtos e marcas novas, autenticamente moçambicanas.
Como consequência, os grandes investidores moçambicanos e internacionais abrirão os olhos para essas oportunidades e apostarão localmente.
Mas para que isto tudo aconteça é preciso que as pessoas saibam o que é preciso fazer.
Para saber, é preciso que seja dito. Que seja comunicado. Comunicação é educação que pode levar à acção.
Há muitos produtos locais que ainda não foram criados. É preciso criatividade e actividade. Quando ainda não há quase nada, há tudo por fazer.
Novos produtos criarão novas marcas moçambicanas.
Com o crescimento da qualidade da produção local aumenta a confiança por parte dos consumidores.
Quando isso acontecer não será apenas a economia local que ganhará. O orgulho moçambicano crescerá também.
Mas para termos acesso a tudo o que é local no País que é vasto, as estradas devem estar prontas para escoar os produtos para serem consumidos. E para isso, deve ser consumada a paz.
O consumo local é uma dica que tem de chegar à doca. A bom porto. E se desembarque essa consciência. Se não consumirmos produtos locais, o que vai ser consumida é a nossa economia.
Pensar local é produzir e consumir local.
E é isso que devemos fazer a todo o gás.
Em vez de ficarmos indefinidamente sentados à espera do gás todo.
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Thiago Fonseca