Mais um fim de domingo e eu sozinha na cama vazia.
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Italy
seen from China
seen from United States
seen from India

seen from Italy
seen from Ecuador

seen from Malta
seen from China
seen from United States

seen from Malta

seen from Russia

seen from China

seen from United States
seen from Italy
seen from Russia
seen from United States
seen from China
Mais um fim de domingo e eu sozinha na cama vazia.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Amo poder passar creme hidratante no meu corpo. Gosto do pós-banho, quando deslizo a toalha suavemente deixando minha pele ainda úmida e quente para receber uma quantidade generosa de creme. Não tenho problema se for barato ou caro, só não gosto do hidratante com aroma Flor de Lavanda da tampa roxa - aquele perfume adocicado e persistente tem o cheiro dela.
Daquela com a qual compartilhamos um corpo. Não o corpo inteiro, somente algumas partes como: boca, língua, dedos e braços. Aqueles malditos olhos verdes e sorriso largo me fizeram ir do sofá para a cama, do cheiro de lençóis suados para banhos relaxantes com vapor subindo devagar.
E fiz a besteira de usar seu creme, esse da tampa roxa que carrega seu cheiro, esse que deslizou pela sua pele, que tocou a nossa pele. A textura cremosa que afundava nos poros trazia junto cada memória. Depois de todos esses anos ainda guardava o pote com algumas gotas do creme como recordação, mas faz umas semanas que precisei joguei fora.
Não quero mais sentir aquele perfume grudando na minha pele, nem lembrar do que nossos corpos sentiram com ele - os beijos molhados, o calor das mãos, as sensações que ainda ecoam quando fecho os olhos...
"A dor do parto é grande, mas tenho que partir."
É isso que ouço a cada despedida — às vezes dita por um amigo querido, às vezes pela minha própria mente.
Parto. Que palavra curiosa. O mesmo termo para o ato de partir (primeira pessoa, presente) e para o trabalho da mãe em trazer seu filho ao mundo. Uma simboliza perda. A outra, vida.
Mas eu escolho ver cada despedida como nascimento, não como fim.
Ninguém que passou pelo meu caminho me perdeu de verdade. Me levam em fotos, em memórias (a maioria boa), em histórias que contarão depois.
Então digo "adeus", "até logo", "até breve" — não com tristeza, mas com a alegria de quem está viva o suficiente para sentir saudade.
Transparente como o mar caribenho —
quanto mais fundo, melhor se vê o trauma.
Uma menina desejando afeição,
afogando num lindo mar sem ondas,
em pleno silêncio.
O crescimento é pra cima,
mas ela continua caindo.
Caindo.
Caindo.
O sofrimento é um treinador rígido
que não cuida das lesões.
Até boiar, é dolorido.
A busca por superfície,
oxigênio cada vez mais escasso,
a fizeram delirar.
Delírios e amarras
foram o que a seguraram nesse plano —
sem ao menos a liberdade de partir.
Ela confiou no que Richard disse:
Qualquer um pode voar pro prazer.
Delírio.
Acreditou em fadas, gnomos, fantasmas.
Delírio.
Acreditou que seria escolhida.
Amada.
Delírio.
Mas aquela nostalgia era válida.
Foi seu homem também.
Foi sua vida sendo esvaída
diante dos seus olhos de cinco anos.
A viúva mais nova da história.
Todos — sim, TODOS —
precisamos ser vistos.
Ter testemunhas de nossa existência.
Confirmação de que estamos aqui.
Os olhos que me enxergavam
partiram longe,
pro vasto oceano.
E o vazio se instaurou.
— Vai ficar na cama o dia todo?
— Sim. Tenho feridas internas que precisam de cuidado. Sabe aquelas que ninguém vê sangrar? Hoje troco as ataduras e os pequenos band-aid que ninguém percebe. De despir as máscaras que uso para performar perante as multidões. Preciso desse silêncio: ruminar a dor até compreendê-la, mapear as rachaduras e esboçar rotas menos doloridas. Às vezes, a cura exige imobilidade.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Aquele cheiro de jasmim que aspirava pelo nariz me fazia semicerrar os olhos. Era como se a doce fragrância penetrasse além dos meus pulmões e me preenchesse por inteiro — ao expirar, brotava um leve sorriso nos meus lábios. O frescor do jasmim embriagava as ruas cálidas do final de inverno de Buenos Aires e me fazia caminhar em suspenso.
Depois de anos, ainda vejo as imagens de suas pequenas flores brancas exalando o mais prazeroso aroma em minha mente, fazendo-me fechar os olhos de saudade. Que poder irresistível a mente tem, combinada com o sentido olfativo... Revigorante ter existido naqueles dias, naquela cidade.
Sheila entrou apressada. A porta bateu atrás dela antes que conseguisse fechá-la direito.
— Talvez você não acredite… — disse, sem fôlego, sem pausa. — Mas tudo mudou quando entrei no seu carro veloz.
Ele a observava, em silêncio. Olhos arregalados, sem saber como reagir.
Sheila caminhava devagar pela sala, como se cada passo fosse uma lembrança.
— Eu, Sheila, até então uma desconhecida, tão hábil em furtar corações… fui surpreendida pelo golpe mais inesperado.
Fez uma pausa. O silêncio se estendeu.
— Seguia minha vida rumo ao Centro-Oeste. Mas o cansaço me alcançou antes do destino. Cansaço e uma dúvida. Então… tudo mudou. Não sei como nomear. Talvez paixão — pela rapidez, pela intensidade com que me atingiu. Como um tiro de sniper. Não se vê de onde vem, mas se sente.
Ele não ousava interromper.
Sheila tirou um papel amassado do bolso. Sorriso irônico nos lábios.
— Bom, de todos, você era o menos provável. Vou ler a lista.
Desdobrou o papel e, em tom de brincadeira cruel, começou:
— Unhas pintadas. Calvo. Fumante como uma chaminé. Metido a intelectual. Capaz de beber até álcool direto da bomba de combustível. Ateu. Mago de RPG. Decidido a morrer antes dos trinta. E, claro, fã — ou pior, cover — do Renato Russo.
Guardou o papel de volta no bolso. O riso se desfez, o rosto ficou sério, quase iluminado.
— Diga-me se isso não era suficiente para me repelir. Talvez tenha sido exatamente esse o meu ponto cego.
Um brilho suave encheu seus olhos.
— Eu te pedi uma melodia… e você me deu uma viagem interdimensional. Para um planeta pequeno, cor-de-rosa e cintilante, com cheiro de baunilha. Enquanto cantava o refrão sobre carro veloz e lugares distantes, tudo parou. O mundo inteiro perdeu o foco. Só havia você… e meu corpo implorando para que a música não terminasse.
Ela respirou fundo, olhando para os próprios sapatos.
— Até hoje, quando escuto a introdução, meu corpo paralisa. E depois… derrete, como gelo no verão.
Silêncio.
Ela ergueu o olhar, deu um súbito beijo em sua testa e saiu da sala.
Ele permanece imóvel, meio sorriso perdido nos lábios, tentando entender o que acabou de acontecer
Eu tropecei e caí. Estava seguindo no caminho, estava tudo planejado, carregava na mochila sonhos e esperança. De repente tropecei. Comecei a "catar cavaco" e rolei morro abaixo. Porém não era um simples morro, era um vulcão, e óbvio que rolei para dentro dele. Que impressionante (sarcasmo?). E caí bem no interior desse vulcãozinho, numa pequena poça de lava morna. Estou ferida, machucada e magoada, e terrivelmente confortável nessa panela vulcânica que vai me cozinhar viva, e já não tenho fé para me levantar