Garrafa de grés para aguardente
Portugal
Foto cjmn

seen from Colombia

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from Malaysia

seen from Austria

seen from Kuwait
seen from China
seen from Malaysia
seen from T1

seen from T1

seen from United States
seen from United States
seen from T1

seen from T1

seen from United States

seen from United States
seen from China

seen from Kuwait
Garrafa de grés para aguardente
Portugal
Foto cjmn

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Um homem retira uma garrafa de plástico de uma ave, engolida por engano. A humanidade produz mais de 400 milhões de toneladas de plástico por ano, o que corresponde a cerca de 57 quilogramas por habitante. Repense seus hábitos.
Ghost, Justin Bieber.
Si no les previene de la infección, será un fallo garrafal

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Envolto em panos brancos Pano encardido Originado do colo de sinĂ´nimos O que a sĂştil sátira esconde, vocĂŞ tens de sobra ImpĂ©rio gracejo de toda a graça Carrega em si o espĂrito puro TĂŁo sublime e sem filo Sui generis Ă farmácias e laboratĂłrios Guardada a proporção Colecionara sete lĂ©guas de saliva embaixo de lĂnguas Como um brinde ao comprimido dissolvido E solto em cada frase sopro novo de vida O sol janeiro azulado O inverno amarelo terra amendoado O coração espuma  funilaria opaca Obedecendo a ordem a ordem dos deuses de aquários Eu visto verborragias Para almoçar com meus prĂłprios absurdos Eu me perco no meio de vultos Que me cospem outros idiomas O sal agridoce comemora Beijos semeados em lábios rachados O tempo Ă© outro, Ă© a era dos pugilistas Que arrancam-te dos pĂ©s do amor de barro Que corra o agouro contra a a cicatrização Mel aos devotos que orbitam Desesperança de pai e mĂŁe Em influĂŞncia retrĂłgrada de marionetes Os teus dedos fizeram raĂzes em meu peito Hoje, o que sem fazer alĂ©m de suprir tua ausĂŞncia É recolher as garrafas que atirei em mares de águas paradas Com manifestos que assaltaram-me em ponto e vĂrgula
Poema da Hiena, Pierrot RuivoÂ