Coisas diferentes estão acontecendo. Só ontem vi umas três vezes (possivelmente) a carreta furacão e recusei sorvete. Hoje resolvi escrever usando o bloco de notas do celular. É meio bizarro, porque eu gosto mesmo é de escrever pelo computador... digitar as palavras e ouvir o "tectectectec" do teclado é meio terapêutico quando não tô com bloqueio criativo. Também gosto de escrever no papel, para encher minha letra de curvas e floreios, e tô sinceramente considerando procurar uma papelaria para comprar papel de carta.
Gosto de escrever no papel principalmente se for fazer uma cartinha pros meus amigos. Quando é aniversário de alguém, Natal, Dia das Mães, etc, adoro escrever um recado à mão - assim como gosto de receber também.
Hoje é dia 29 e esse texto ficou parado desde o dia 26, quando comecei a escrever ele. Coisas diferentes continuam acontecendo, o que provavelmente é o comum dos dias em que a gente viaja.
Vi a possível carreta furacão pelo menos 10 vezes todos os dias e comi um sorvete tailandês em formato de rolinho nas últimas duas noites.
Ando lendo um livro de crônicas e isso me inspirou a escrever mais, mas sinceramente, além de escrever, eu gostaria de compor alguma coisa. Falar sobre a saudade do meu gato que está me consumindo nessa semana, ou talvez saudade no geral...
Nesse momento tô deitada no "andar de baixo" do beliche em que dormi durante os dias aqui em Garopaba. Na verdade, eu durmo no "andar de cima", mas na madrugada de hoje fui levantar para ir ao banheiro e meio que quase capotei, assustando todo mundo do quarto e acabando com as minhas costas.
Tô esperando a minha mãe se ajeitar pra gente ir pra praia agora pela manhã, já que marca chuva para a tarde inteira... A diva consegue ser mais enrolada que eu em alguns momentos, mas meio que o fruto não cai longe do pé, não é mesmo?
Agora já é dia 30, e uma coisa bem diferente aconteceu: fiz uma tatuagem! Ainda quero escrever uma crônica específica contando sobre esse acontecimento que, de acordo com o Big Éros, foi "muito rock n' roll da minha parte". Ainda penso bastante no Sollux, meu amado gatinho que ficou sozinho em casa enquanto estamos na praia, apenas se contentando com algumas visitas...
Essa noite eu sonhei que estava na área dos fundos do chalé onde morei na infância e tinha uma gatinha além do Sollux. Ela era tricolor - branca, laranja e preta - e bem parecida com a gata que vi perto de uma igreja aqui em Garopaba, só que mais peluda. Ahhh, queria tanto tirar essa gatinha do meu sonho e trazer ela pra vida real, pra ser irmãzinha do Sollux!
Isso, pelo menos, não é uma coisa diferente que tem acontecido...
Porque eu passo os dias inteiros (tanto em casa quanto em viagens) implorando pra minha mãe topar a ideia de aumentar nossa família felina. Se acontecer, com certeza vou escrever uma crônica sobre essa "coisa diferente", hehehehe.
Escrevi essa crônica durante os dias 26, 29 e 30 de janeiro através do bloco de notas do celular. Ela tem um formato meio diferente, espero que tenham gostado :3