A Falecida (1965)
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A Falecida (1965)

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Fica sempre a minha admiração e respeito a uma das nossas maiores atrizes brasileira e mais nova membro da Academia Brasileira de Letras. #abl #fernandamontenegro #academiabrasileiradeletras #livro https://www.instagram.com/p/Cblf4LlLQNy/?utm_medium=tumblr
-Fernanda Montenegro
Dona Mercedes e sua sabedoria infinita. #OOutroLadoDoParaíso #FernandaMontenegro #MayanaNeiva #Novela #FraseDoDia #QuoteOfTheDay #Frase #Quote #Cultura #Culturando #Blog #CaféComAlice (em Salvador, Bahia, Brazil)
Atores e atrizes brasileiros acumulam vitórias em festivais internacionais
De Cannes ao Oscar, passando por Berlim, Veneza, Locarno, Itália, Espanha, Havana, atores e atrizes brasileiros conquistaram prêmios históricos que projetaram o Brasil no cenário internacional. E estas vitórias começaram há muito tempo. Em 1953, Ruth de Souza foi a primeira atriz brasileira a disputar um prêmio internacional de cinema, abrindo caminho para artistas negros no Brasil. Ela foi…

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Vitória: A Maior Bilheteria de um Filme de Fernanda Montenegro
Vitória: A Maior Bilheteria de um Filme de Fernanda Montenegro CapCut_TTS_Faminina_D20250401_T011853 O cinema brasileiro celebra um grande marco! O filme Vitória, baseado em uma história real impressionante, ultrapassou meio milhão de espectadores e se tornou a maior bilheteria de um longa protagonizado por Fernanda Montenegro (Ainda Estou Aqui, Central do Brasil). “São 500 mil espectadores…
“João Grilo foi um pobre como nós, meu filho, e teve que suportar as maiores dificuldades numa terra seca e pobre como a nossa. Pelejou pela vida desde menino. Passou sem sentir pela infância. Acostumou-se a pouco pão e muito suor. Na seca, comia macambira. Bebia o sumo do xique-xique. Passava fome. E quando não podia mais, rezava. E quando a reza não dava jeito, ia se juntar a um grupo de retirantes que ia tentar sobreviver no litoral. Humilhado. Derrotado. Cheio de saudade. E logo que tinha notícia da chuva, pegava o caminho de volta. Animava-se de novo. Como se a esperança fosse uma planta que crescesse com a chuva. E quando revia a sua terra, dava graças a Deus por ser um sertanejo pobre, mas corajoso e cheio de fé. Peço-lhe muito simplesmente que não o condene.”
A compadecida
Um dos trechos mais lindos e que sempre me emociona em filme nacional é quando Fernanda Montenegro como Nossa Senhora de Aparecida defente o João Grilo pra ele não ir pro inferno.
Acredito que o fato de ter família nordestina mexe comigo mas também é inevitável não se envolver com a música de fundo, com a Fernandona interpretando aquele texto do Ariano Suassuna e as imagens enquanto ela fala.
“João foi um pobre como nós, meu filho.
Teve de suportar as maiores dificuldades numa terra seca e pobre como a nossa.
Pelejou pela vida desde menino, passou, sem sentir, pela infância. Acostumou-se a pouco pão e muito suor.
Na seca comia macambira, bebia o suco do xique-xique, passava fome. Quando não podia mais, rezava. Quando a reza não dava jeito, ia se juntar a um grupo de retirantes que ia tentar sobreviver no litoral.
Humilhado.
Derrotado.
Cheio de saudade.
E logo que tinha notícia da chuva, pegava o caminho de volta, animava-se de novo, como se a esperança fosse uma planta que crescesse com a chuva. E quando revia sua terra, dava graças a Deus por ser um sertanejo pobre, mas corajoso e cheio de fé.
Peço-lhe, muito simplesmente, que não o condene”.