"La historia no es simplemente una colección lineal de puntos que pasamos en una cronología. Están conectadas por una línea. No, quizás sea más exacto decir que están hechas para la conexión".
–Serial Experiments Lain.
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"La historia no es simplemente una colección lineal de puntos que pasamos en una cronología. Están conectadas por una línea. No, quizás sea más exacto decir que están hechas para la conexión".
–Serial Experiments Lain.

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Água com açúcar
Mas é muito Muito vago Mas eu encontro Espaços na tua caixinha De filosofias Na tua caixinha De desafetos Amor de mordida Amor de partida Perdida E querendo me amar Me amordaçar Na tua cama De gato E sapato E meus recados São contos De fadas De farra De desforra De pisadas De todas as caras E expressões E dissociações Enfim "Down em mim" Bebendo teus sucos De canudinho De coração Partido Em desfechos Prontos Para me encontrar No café da manhã Ou no almoço E de noite Me remendo No singelo gesto De apagar Em ti.
Eixo Noir
"Cuando todo entristece, cuando los recuerdos llegan y se dedican a inundar el corazón de melancolía, de confusión, de añoranza… Me gusta observar el cielo, llevar mi vista hacia el horizonte y perderme en él..."
—danaearbg.
Cuando recién empieza el flirteo de palabras con alguien de otra ciudad los deseos son muy salvajes. Cuando seas mi novia lo único que te va a doler de estar a mi lado serán las piernas, le escribía. Ya quiero que vengas. Y que te vengas. Ya verás que conmigo vas a entender por qué no funcionaron las relaciones con tus exparejas. Ya te quiero despertar con un oral, ¿me vas a dejar chupártela cuando despierte? Debí desearle cosas mejores como: Cuando seas mi novia voy a juntar uno a uno los pedazos que de tu corazón quedaron dispersos. Voy a tocar tu alma con un suspiro que vas a recordar entre sonrisas cuando pasen los años
El hombre del telescopio, Quetzal Noah
Tocando em Frente a Escolta de Vagalumes
Caminho sem pressa, porque já aprendi que a pressa é só um medo disfarçado de destino.
Houve um tempo em que eu queria chegar — hoje, eu só quero entender enquanto sigo.
Cada passo meu carrega um pedaço do que fui: o menino que acreditava, o homem que se perdeu, e o silêncio que ficou entre os dois.
Aprendi que a vida não grita suas respostas, ela sussurra — no cansaço, na dor, e principalmente naquilo que a gente não consegue explicar.
Eu sigo.
Não porque sei pra onde vou, mas porque parar já não é mais uma opção.
E mesmo quando tudo parece escuro, há pequenas luzes — discretas, quase invisíveis — me acompanhando no caminho.
Como vagalumes.
Eles não iluminam a estrada inteira, mas iluminam o suficiente pra eu não me perder de mim.
E quando tudo isso acabar, quando o caminho finalmente silenciar, eu não quero monumentos, nem lembranças grandiosas.
Quero apenas voltar.
Voltar ao início. Ao chão que me viu nascer. À terra que conhece meu nome antes mesmo de eu aprender a dizê-lo.
Porque no fim, viver foi isso:
seguir aprendendo sem entender tudo, caminhar mesmo cansado, e confiar que, mesmo na escuridão,
sempre estive sozinho.

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Sou sensível à dor. Sempre procurei curar todos aqueles que cruzavam meu caminho e sempre fiz questão de que soubessem que eu estaria lá para ampará-los. Carreguei fardos que não eram meus, coloquei dentro de mim dores que não estavam planejadas para mim.
Contudo, não conseguia e não consigo lidar com a minha própria dor. Me sinto sozinho na maior parte das vezes, como se nenhum ser humano fosse capaz de entender o que acontece dentro do meu corpo. Para ser honesto, nem mesmo eu sei o que acontece comigo. Tento me anestesiar das coisas, mas não consigo. A intensidade rompe meu peito e me deixa frente a frente com meus pesadelos.
Diversas vezes me vi sentado e escrevendo sobre tudo o que sinto. A escrita sempre foi minha escudeira, mas veja bem, não consigo entender nada dos sentimentos que estão no papel. Eles apenas fluem como rios, me encharcam e me fazem refletir que finalmente os coloquei para fora. Mas entendê-los? Nunca consegui. Acho que nunca conseguirei.
Minhas dores foram se acumulando e, ao mesmo tempo em que me entregava aos outros, me perdia dentro de mim. Todas as vezes em que me deparava com a crueldade humana, me sentia violado. Nunca consegui entender o porquê de tantas coisas ruins acontecerem e o fato de não poder fazer nada perante isso me assombra.
Quanto mais dor, mais peso. Quanto mais sofrimento, maior era minha vontade de me esconder do mundo.
Não acho, de forma alguma, que alguém jamais irá entender por completo o que sinto. Sei que eu nunca compreenderei em totalidade a consciência de outro ser humano, então não vejo sentido em esperar que alguém consiga fazer o mesmo comigo. Contudo, se posso descrever na escrita aquilo que me representa, seria o caos. Eu já lutei muito contra ele, hoje apenas entendo que ele nunca vai deixar meu corpo.
Então, eu o abraço. Da mesma maneira que abraçamos um velho amigo, pois se sou incapaz de entender minhas dores, escrevo o caos através das linhas, bebo do vazio existencial para as minhas sílabas e guardo meus sentimentos por dentro da escrita.
— osac (cosmologiainterna)
Y cuando el tiempo se nos haya acabado, habrá sido suficiente?