Ă claro que vocĂȘ tentou antes, mas impulsionado(a) por alguma esperança que ainda persistia em viver aĂ em algum lugar. E, bem, vocĂȘ falhou.
Essa nova tentativa nasce do "eu nĂŁo tenho nada", portanto, tambĂ©m nĂŁo hĂĄ nada para se perder. Antes de desistir completamente - seja da vida, do emprego dos sonhos, do amor - tente uma Ășltima vez, com força, abandonado (significando sentir medo e fazer do mesmo jeito.).
Aborde esse velho problema daquele outro jeito que vocĂȘ sempre quis, mas sempre temeu os resultados/consequĂȘncias.
Se dĂȘ essa Ășltima chance.
Talvez vocĂȘ aprenda a andar nas trevas e perceba que nĂŁo sĂŁo tĂŁo assustadoras assim, muito menos eternas, talvez nada dĂȘ certo, mas vocĂȘ descubra que nĂŁo Ă© esse coelhinho assustado correndo pra cima e pra baixo com medo da iminente tragĂ©dia, talvez vocĂȘ se descubra aquele LeĂŁo que pode se dar ao luxo de descansar debaixo de uma ĂĄrvore no meio da Savana. NĂŁo porque o perigo nĂŁo seja iminente, mas porque quando ele chegar vocĂȘ sabe que pode encarĂĄ-lo de frente.
Antes de desistir de si mesmo, se desafie ao extremo.