Depois Veio Assim—
1° Capítulo
* Notas ao fim do capítulo
Era uma vez...
Em de Ever After High os alunos, filhos dos contos de fadas, gritavam e corriam desesperadamente paras saídas mais próximas.
O caos se instaurou por um crescente tremor que parecia partir do centro da terra, sacudindo e dando rachaduras profudas a toda e qualquer estrutura. Alguns ficavam paralisados pelo medo, mas a maioria procurava se esconder em baixo das mesas e cadeiras, protegendo também a cabeça com o objeto que lhe era mais próximo. A visão que se tinha das varandas e janelas ornamentadas, típicas de Ever After High, era ainda mas desesperadora a medida que uma gigantesca serpente capaz de dar pesadelos até aos próprios contos de foqueira se aproximava. A serpente tinha sua pele revestida por um brilho multicolor que mudava de padrão e intensidade de acordo com a luz ao seu redor, de escuro ao brilhante, vermelho e verde tudo intenso ao mesmo tempo. A criatura irada revelou suas presas e voltou seu pescoço para a entrada principal com tanta determinação que não reparou a orientadora Babayaga à espera, pronta para lançar um feitiço, um golpe certeiro.
O feitiço projetou-se em uma nuvem de fumaça sonífera em direção ao seu alvo, que que se contorceu até cair no chão. E no seu último movimento bateu em Babayaga com a ponta calda, fazendo-a voar até colidir contra uma parede violentamente.
...
Nas semanas seguinte gigantes, trolls, anões e até as fadas madrinhas em treinamento, trataram de ajudar na reconstrução da escola. As salas de aula de vilania doméstica agora estavam completamente viradas de ponta cabeça, pois as criaturas mágicas ultilizandas agora corriam livremente pela escola. No reifeitório uma grande operação estava sendo feita, Raven Quem com sua magia tentava resgatar as ovelhas da pobre Bo-Peep presas em um uma cratera.
Não posso esquecer...Alheia ao caos nossa princesa recém-chegada levava nas mãos uma carta que só poderia ser de sua mãe — a Rainha da Noite — mas antes de pudesse abri-la os alto-falantes transmitiram — Primrose Arianigth, por favor vá imediatamente a sala do diretor —.
...
O clima era inquietante, e a posição em que os dois se encontravam não ajudava muito, além de ser mais velho e mais alto o diretor Grimm insistia em ser o único de pé. Primrose por um instante tentou se distrair do nervosismo e deixou que seus olhos passassem livremente pelo lugar, e notou o que era impossível de não se notar, a sala estava em seu estado impecável, que lhe já era natural, sem rachaduras ou objetos ligeiramente fora do lugar, a única resposta que ela conseguia chegar para explicar aquilo era um feitiço poderoso.
O silêncio foi bruscamente interrompido — Como Royal é uma honra receber essa relíquia.— Ele disse em um tom que de certa forma parecia alegre, mas a sua postura estava levemente inclinanda, como raramente o fazia, e era perceptível que ele buscava por algo ocupadas. O diretor Grimm tinha o hábito desagradável de coagir os estudantes, ela sabia bem disso. Em Ever after high, por mais irônico que seja, guase todo corpo docente era de vilões, o que parecia dar-lhes o direito de usarem palavras, gritos ou ameaças contra os estudantes, afinal eles apenas estavam seguindo seus destinos pré-determinado. Será que ele conhecia algum segredo de Primrose que nem ela mesma sabia que tinha?
Ele finalmente encontrou o objeto que procurava, uma caixa longa de madeira. Pós em cima da escrivaninha com cuidado considerável, e no meio do gesto de abrir Primrose teve o deslumbre de uma flauta prateada protegida por um forro de veludo.
Ela se emocionou, deixando que as palavras fugissem do pensamento para os labios, disse em um sussurro agudo quase cantando — A flauta mágica...— O diretor Grimm fechou a caixa bruscamente — Nas nossas condições atuais é obrigação de todos zelar pela escola e o legado dos contos de fadas. Eu desejo que você e Melody Piper organizem os alunos em um evento beneficente especial: Uma batalha de bandas, acha que consegue?— ela sacudiu a cabeça de leve em concordância — O senhor não sabe como isso seria ótimo para mim.
Primrose ainda um pouco deslumbrada, saiu da sala do diretor carregando encontráveis pergaminhos com listas de organização de evento, normas da escolares...Ops! Ela esbarrou na banda de Sparrow Wood — filho do Robin Wood— que faziam uma sessão de fotos radicais para seu novo álbum ao lado da serpente que ainda continuava adormecida no mesmo lugar dificultando a passagem. Mais brega impossível, ela pensou. Alguns pergaminhos caíram no chão e ela esperou por uma gesto de gentileza dos meninos, mas em vez disso não recebeu nem um olhar sequer.
Duchess Swan — filha da Rainha Cisne — apareceu derepente com uma expressão desafiadora de quem não podia se calar de ante de uma injustiça — Sparrow, você tem algum problema ou o que? Vá pegando as suas coisas e saia daqui agora, antes que esse bixo acorde e coma vocês. — Sparrow se retirou com seus amigos, mas não sem cantar alguns insultos ridiculamente improvisados ao som da sua guitarra. Primrose fez uma careta desgostosa — O seu amigo acha mesmo que canta bem? — Duchess se abaixou com graciosidade e ajudou a recolheu os pergaminhos, espiando um deles ela disse em um tom brincalhão — Ele tem um estilo próprio...O que é isso, dever de casa? — Primrose arrancou o papel das mãos da amiga e a puxou para perto como quem conta um segredo assustador — Mais tarde eu te conto, mas é extremamente confidencial. Os sinos tocaram e ambas sabiam exatamente o que significava.
Depois de uma dispedida silenciosa Prim foi a primeira a sair em direção ao seu dormitório. Duchess a viu partir com uma expressão que agora é indecifrável, talvez isso mude nos próximos capítulos.
As memórias compartilhadas entre duas amigas reunidas passavam de forma desordenada como uma neblina que permeava quase todos os dias, quase todas as conversas desde que Primrose chegará. Ela alguns corredores á frente foi tomada por uma ansiedade repentina, parou tudo por um instante para certificar-se de que a flauta ainda estava em segurança escondida dentro da bolsa, e o ver que era verdade sim, e não apenas um sonho fez questão de aperta-la contra o peito, como se pudesse perdê-la no meio do mais despretensioso piscar de olhos.
O fim é só o começo...
Note:
Vou admitir que ainda não superei o final dessa franquia, então estou escrevendo essa fanfic que se passa depois dos acontecimentos do especial "Feitiço de Inverno". Primrose não é um self-insert nem um tipo de s/n. Apenas a criei, pois os conflitos entre Apple e Raven já foram completamente resolvidos, o que não aconteceu com os personagens secundário, principalmente os inseridos perto do cancelamento, eles não tem nem diário descente!
No geral, eu espero que você possa ter aproveitado essa leitura e me desculpando por qualquer erro de português que eu possa ter cometido.
*contos de foqueira- É assim que são conhecidos os alunos de monster high
Primrose Arianigth—
Lado: Royal
Colega de quarto: Crystal Winter
História: A Flauta Mágica (Ópera)
O desejo secreto do seu coração: Embora ela saiba que muitos consideram sua herança ultrapassada ela ainda deseja ser tão talentosa quanto sua mãe já foi um dia.
Seu toque "mágico": Naturalmente ela será capaz de manipular a noite livremente, mas por enquanto considera que quebrar objetos frágeis apenas com o canto já seja mágico o suficiente.
Seu status romântico de conto de fadas: Mesmo sempre tentando seguir os conselhos da mãe ela ainda continua esperando seu príncipe encantado.
O momento "Ai, meu Deus!" dela: Ela evita rir em público já que as pessoas ao redor costumam ficar incomodar. Ha ha ha!
Sua matéria favorita: Música, não poderia ser diferente.
Sua matéria menos favorita: Aula de culinária. Ficar perto de lâminas a faz lembrar de uma parte não muito agradável de sua história.
Suas Melhores Amigas Para Sempre:
Duchess Swan e Cererise Wood. Duchess concerteza não sabe disso...














