O Porto de Santos Aloysio Raulino, 1978

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O Porto de Santos Aloysio Raulino, 1978

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Documentários e reportagens
Documentários
1 - A Área Cinza: Um Documentário Sobre Assexualidade
O assunto abordado nesse trabalho é a assexualidade, uma orientação sexual caracterizada pela falta de atração sexual. Desenvolvido por Ana Carolina Planez, no segundo semestre de 2017.
2 - Eu Sou Ace
Assexualidade; uma luta por reconhecimento, visibilidade e respeito. Um documentário sobre a vida de pessoas que se identificam como assexuais que será contada através de depoimentos individuais e encontros com o coletivo AbrAce, coletivo de assexuais criado em 18 de agosto de 2018 que tem o objetivo de lutar pela visibilidade e conscientização sobre a assexualidade. Trazendo um mundo totalmente desconhecido e toda sua abrangência, mostraremos como é a vida, como se classifica essa orientação, suas bandeiras e nomenclaturas. Com foco em informar e conscientizar o filme será complementado por especialistas, sendo eles o psicólogo e educador sexual Breno Rosostolato e a sexóloga Michelle Sampaio para maiores explicações sobre o tema da visão profissional.
3 - Documentário Laranja - Uma história sobre a Assexualidade
"A questão não é amar, mas o que você entende por amor."
Sabia que existem pessoas que não ligam para sexo e podem viver muito bem sem, inclusive dentro dos relacionamentos?
Ano passado a Guardanapo produziu esse mini documentário, aprendemos muito com essas pessoas e agora chegou a hora de compartilhar o que vimos.
4 - Orgulhe-se! - Assexual
No episódio dessa semana vamos falar sobre a letra A de Assexuais, as pessoas que se identificam nessa letra são aquelas que não sentem atração sexual, mas isso não quer dizer que essas pessoas não transem. Importante lembrar que diferente do celibato a assexualidade não é uma escolha de vida, mas sim uma orientação sexual completa e válida A assexualidade é diferente do transtorno do desejo sexual hipoativo, que é uma condição médica onde a pessoa não sente desejo sexual.
Reportagens
1 - A vida de uma assexual: "Não sentia vontade nem pelo meu marido"
Lórien Rezende era casada há mais de dez anos quando se descobriu assexual. Assexualidade viralizou na internet depois que Vitor Hugo, um dos brothers do BBB20, também se definiu assim.
Reportagem do Fantástico de 2020.
Lórien Rezende era casada a mais de dez anos quando se descobriu assexual. Assexualidade viralizou na internet depois que Vitor Hugo, um dos
Notícia: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2020/01/26/a-vida-de-uma-assexual-nao-sentia-vontade-nem-pelo-meu-marido.ghtml
2 - Assexuais, pessoas como Caíque e Rudá, de ‘Travessia’, falam da vida sem sexo
A assexualidade é muito mais comum do que se imagina. Segundo dados do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, quase 8% das mulheres brasileiras e 2,5% dos homens, entre 18 e 80 anos são assexuais.
Reportagem do Fantástico de 2022.
A assexualidade é muito mais comum do que se imagina. Segundo dados do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, quase
3 - Isso é Fantástico - Vida sem sexo: como é a rotina de um assexual?
Assexual. A palavra viralizou na internet esta semana depois que Vitor Hugo, um dos Brothers do BBB20, também se definiu assim. No episódio desta semana, Renata Capucci e Marcelo Canellas conversam com Felipe Monteiro, assumidamente assexual, para entender como é a vida de uma pessoa que não sente atração sexual.
Podcast do Fantástico de 2020.
Renata Capucci e Marcelo Canellas conversam com Felipe Monteiro, assumidamente assexual, para entender como é a vida de uma pessoa que não
Chorão: Marginal Alado, 2019.
disponivel aqui.
Civilização extraterrestre foi responsável pela vida na Terra.
Civilização extraterrestre foi responsável pela vida na Terra.
Civilizações Alienígenas Antigas estiveram na Terra Culturas Alienígenas Sofisticadas A comunidade científica diz que a civilização extraterrestre foi responsável pela vida na Terra há 3,8 bilhões de anos Pode haver mundos com culturas alienígenas sofisticadas. Por muitos anos tem havido uma preocupação que tem assombrado a mente de muitos e é específica: pode haver uma civilização alienígena…
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Lágrimas pela democracia que despenca no abismo: Petra Costa e a crônica sensível e reflexiva do Golpe de Estado no Brasil
Lágrimas pela democracia que despenca no abismo: Petra Costa e a crônica sensível e reflexiva do Golpe de Estado no Brasil
“Eu sou o próprio Josef K“, ironiza Dilma Rousseff, comparando-se ao personagem de Franz Kafka (O Processo e O Castelo) “Mas com a diferença de que pelo menos tenho um bom advogado”, complementa a ex-presidenta, em elogio a José Eduardo Cardozo.
São cenas como esta que tecem os fios de Ariadne deste impactante documentário Democrac…
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Documentário explica o fim da epopeia da caça à baleia nos Açores
Estreia-se esta sexta-feira um documentário com produção portuguesa sobre a transformação da indústria baleeira na actividade de observação de baleias no arquipélago açoriano.
Havia uma temática que não saía da cabeça da realizadora Sandra Cristina Sousa e da sua equipa constituída maioritariamente por açorianos: a caça à baleia nos Açores. “Era preciso fazer alguma coisa para arrumar este assunto”, conta-nos. Como tal, procuraram o que tinha sido feito sobre o tema e perceberam que faltava contar como a baleação nos Açores se tinha transformado na observação de baleias. Acabou-se por realizar o documentário Fortuna Escorregadia que se estreia esta sexta-feira na RTP1 às 21h.
(...)
“Houve uma fase em que se descrevia os baleeiros como assassinos, como os maus da fita”, recorda ao PÚBLICO Sandra Sousa. “Queremos mostrar que tudo se fez por uma questão de sobrevivência e por estabilidade financeira.” (...) “A caça às baleias nunca deu dinheiro aos baleeiros para se sustentarem”, explica Sandra Sousa sobre o uso da expressão.
Este documentário também pretende mostrar alguns “mal-entendidos e segredos” sobre o fim da baleação nos Açores. (...) “Pelo facto de estar à distância e pela sua insularidade, a maioria destas comunidades [açorianas] não terá entendido na altura o que era isto da CEE e porque iam acabar com a caça à baleia”, indica Sandra Sousa.
(...)
Sandra Sousa refere ainda que o mais interessante foi saber que foram os ambientalistas que criaram as bases para fomentar a criação das empresas de observação de baleias nos Açores. “Percebe-se que a baleação pode passar para whale watching [observação de baleias], que pode haver aqui um negócio”, diz a realizadora. “Foram os ambientalistas que falaram com as comunidades. Hoje os filhos dos baleeiros trabalham nessas empresas.”
Por exemplo, em 1989, o velejador francês Serge Viallelle – outro dos protagonistas do documentário – criou o Espaço Talassa, a primeira empresa de observação de cetáceos em Portugal. Hoje, a protecção das baleias é a grande questão sobre estes cetáceos nos Açores e o turismo tem o seu contributo. “O facto de já existir muito turismo a recair sobre as baleias faz com que não exista um controlo efectivo da protecção destes cetáceos”, avisa Sandra Sousa. “Há muitas embarcações no mar, tudo a correr atrás das mesmas baleias.” Portanto, no final do documentário questiona-se se as baleias estão a ser protegidas e deixa-se no ar o que poderá ser feito.
“Ainda temos de encontrar um equilíbrio e é por isso que continuo a insistir neste trabalho: para falar do equilíbrio da biodiversidade e do bom senso que o homem tem de ter com o nosso planeta. Não é só com as baleias”, aconselha Serge Viallelle no documentário. Mesmo com a proibição da baleação foram capturadas em todo o mundo 50.751 baleias desde 1985, segundo dados de 2017 da Comissão Baleeira Internacional. No topo da lista está o Japão com a caça de 5519 baleias sem autorização e 15.315 para fins científicos. A seguir está a Noruega com a captura de 11.900 e Rússia com 6056, ambos os países sem autorização.
(...)
fiquemos com o Fortuna Escorregadia esta noite na RTP1, na RTP Internacional às 21h15 e em 2019 na RTP Açores e na RTP Madeira.
Fonte: Público
American Vandal | Discussões sociais em documentário investigativo cômico
Por que Escravidão?
Duas milhões e 800 mil mulheres migrantes trabalham como empregadas domésticas no Oriente Médio. Eles estão ligados a seus empregadores sob um sistema conhecido como "Kafala" Assédio, abuso, tortura e 18 horas de trabalho. Esta é a vida cotidiana de milhares de trabalhadores domésticos no Oriente Médio. As criadas vindas de países pobres da África e da Ásia estão presas há anos. Com seus passaportes confiscados elas são incapazes de escapar do controle onipresente de seu empregador. Diretor: Søren Klovborg https://www.youtube.com/watch?v=l1SDMpWNui4