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Ni south park se atrevió a tanto pic.twitter.com/2ppdvEJyRt
— Chiqui Mafia (@chiquimafia__) March 25, 2026
Sí, mejor que no añada nada más.
Obama about religion
A Hillary pode ser falsa mas o Trump é assustadoramente verdadeiro.
O que raio tomam os Obama ao pequeno almoço para discursarem assim?
E se é um discurso que certamente dará muitos votos a Hillary também lhe deixará um ligeiro nó na garganta, ou pelo menos a mim deixaria… Esta mulher que fala desta maneira seria tão melhor candidata E presidente do que “eu”.
Pessoalmente gostei do Bill Clinton como presidente, teve as suas polémicas e foi apanhado a mentir descaradamente mas foram muitas as voltas positivas que deu nos EUA, começando pela economia. Também pessoalmente não gosto da Hillary, pode ter trabalhado e realizado muita obra na sua vida mas não consegue apagar do olhar a expressão de interesseira, mentirosa e rancorosa.
É verdade que assusta imaginar o Trump a mandar na América e em grande parte do mundo mas pessoalmente teria mais medo em trabalhar com a Hillary, o Trump é muito mau mas transparente, ninguém se engana no quão mau ele é, já a Hillary tem um letreiro na testa a lembrar a todos que o que diz não é o que pensa e isso dá muito pouca segurança. Alguém disse no Twitter algo como isto: Ano difícil para os americanos, vão ter de escolher entre alguém que mente demais e alguém que devia dizer muito menos a verdade.
E assim se reuniram as condições únicas para que a Hillary consiga ser presidente, seguindo as minhas tradicionais teorias da conspiração diria que o Trump será um grande amigo dos Clinton para aceitar fazer este show todo para que ela seja eleita, até uma Sarah Palin se arriscaria a ganhar a uma tão falsa Hillary. É preciso ser tão mau ao ponto de ir contra tudo e todos, acabando até a apelar ao voto no dia errado para conseguir garantir que a Hillary ganha umas eleições.
Não sou americano e já me chega a escolha do mal menor no nosso pequeno cantinho, mas se fosse não tenho qualquer dúvida que votaria Hillary, com todo aquele sentimento de raiva de quem está a cavar a própria sepultura mas ainda assim o prefere a deixar que um novo Hitler palhaço apareça com poder para mandar no mundo. Uma sepultura ainda se consegue fechar no futuro, já dar o poder nos EUA a alguém que se orgulha de nunca ter pago $1 de impostos é muito muito mais do que um tiro no próprio pé.
Já se pudesse escolher não tinha também qualquer dúvida, e a resposta bem podia ser a mesma para os EUA e Portugal… Que bem ficavam os Obama mais 8 anos no cargo em papeis invertidos e como eu gostava de mostrar a esta senhora que merece tanto ou mais que um cargo de responsabilidade. Porque não é só uma pessoa que fala bem, é uma pessoa com os princípios certos, com os valores que todos os políticos deviam ter e que até mais do que o Barack percebe que não pode valer tudo a troco do poder e que o poder tem de ter por base os valores basilares da humanidade. Eu sei que está a fazer campanha e que é uma política com uma máquina gigante por trás mas transpira honestidade e valores, mostra que é pessoa e que sente, sabe o que é a verdadeira empatia, e isso é tudo o que precisávamos para uma nova geração de políticos, também em Portugal.
Um último parágrafo apenas para louvar o grande Buffet, o senhor é a versão real da personagem Tio Patinhas, só vê dinheiro à frente. Mas à semelhança da Michelle não deixou de se chegar à frente para mostrar ao Trump a diferença entre oportunismo e princípios e que são estes últimos que acabam por definir quem somos e que legado deixamos aos outros. Ele divulgou (mais uma vez) a sua declaração de impostos, afirmando que tem disponíveis as 72 declarações anuais anteriores e que não houve um único ano em que não tivesse pago impostos, começando com 13 anos ao pagar nada mais do que $7 de contribuições ao estado.
Fica então o discurso da Michelle, para juntar aos tantos outros fantásticos do Obama. Assim como a minha confirmação pessoal para que nunca a Michelle ou qualquer outra mulher tenha dúvidas… eu também nunca presenciei conversas no tom do Trump, nem em balneários, nem em hangares de paraquedistas, nem entre mecânicos, nem desportistas nem sequer sem-abrigos. Não é uma questão de cultura, dinheiro, geografia ou sequer educação, são valores de base. É muito diferente mostrar um interesse desmedido pelas medidas de uma mulher, mesmo recorrendo a grandes palavrões e uma imaginação muito fértil, do que achar-se no direito e poder de se sobrepor à sua vontade. E conversas do tipo eu ultrapassei e ultrapasso a sua vontade são muito, mas muito diferentes de conversas do tipo eu gostava, eu fazia ou eu vou tentar. E sim, lideres a dizer que apesar de negativo é normal o discurso e os atos em causa, é muito perigoso, porque, como bem diz a Michelle, educam toda uma nova geração de homens e mulheres com os princípios errados. Até por uma razão simples… a educação não se faz através de palavras e declarações, faz-se de actos e exemplos e não podemos deixar que toda uma nova geração tenha como modelo alguém que atua como o Trump.
Como este é um blog pessoal, com pouco mais do que um único leitor, não correrei o risco de ser chacinado em comentários mas até para minha memória futura não quis deixar de registar o que penso e o que sinto…
A Hillary pode ser falsa mas o Trump é assustadoramente verdadeiro.
La teoría de los discursos de Jacques Lacan
La teoría de los discursos de Jacques Lacan es una parte clave de su pensamiento psicoanalítico, formulada principalmente a finales de los años 60 y desarrollada en su Seminario XVII (“El reverso del psicoanálisis”, 1969-1970). Lacan redefine el concepto de discurso no como mera comunicación o lenguaje hablado, sino como una estructura social que organiza los lazos entre los sujetos. Según él, todo lazo social está mediado por un discurso.
Los cuatro discursos lacanianos originales:
1. Discurso del Amo
Representa la estructura clásica de poder.
El amo da órdenes sin saber, y se apoya en el saber del esclavo.
Refleja el dominio, el control y la imposición.
2. Discurso del Universitario
El saber ocupa el lugar del agente.
El sujeto es reducido a un objeto de estudio.
Se relaciona con las instituciones educativas y científicas.
3. Discurso del Histérico
El sujeto se presenta como dividido, en demanda constante.
Interpela al amo o al saber para que le dé respuestas.
Refleja la posición del paciente frente al analista.
4. Discurso del Analista
El analista ocupa el lugar de objeto a, y causa el deseo del analizante.
No impone sentido, sino que escucha para que el sujeto produzca su propio saber.
Es la estructura ideal del análisis.
Elementos estructurales comunes:
En todos los discursos hay una rotación de cuatro elementos:
S1: el significante amo
S2: el saber
$ (sujeto dividido): el sujeto dividido por el lenguaje
a: el objeto a, causa del deseo
Estos se ordenan en una matriz de cuatro posiciones:
Agente / Otro / Producción / Verdad
Lacan incluso propone más adelante un quinto discurso, el del capitalista, como una variante moderna del discurso del amo, pero más eficiente y sin los límites estructurales que permiten el cuestionamiento.

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Fidel sobre José Antonio Echeverría
Hoy 13 de marzo, en homenaje a José Antonio Echeverría Cubadebate y el Sitio Fidel Soldado de las Ideas comparten con sus lectores palabras de Fidel Castro sobre el líder estudiantil universitario: “A José Antonio lo conocimos muy bien, hacía poco tiempo habíamos terminado los estudios en la universidad cuando llegó José Antonio. Desde el primer momento se caracterizó por su carácter alegre,…
Entender el discurso de Putin: entre retórica e ideología
Por Adrien Nonjon
Traducción de Juan Gabriel Caro Rivera
Existe un enigma que se mantiene desde la invasión de Ucrania del 24 de febrero de 2022: ¿cómo comprender las intenciones profundas de Vladimir Putin? El libro Poutine dans le texte (CNRS Éditions, 2024), una compilación meticulosa realizada por Élisabeth Sieca-Kozlowski, socióloga del Centro de Estudios sobre Rusia, el Cáucaso y Asia Central (CEREC), es un recurso indispensable para cualquiera que busque descifrar las sutilezas de un discurso que, mucho más allá de su retórica aparente, nos dice mucho sobre el imaginario político que ha dado forma al poder ruso desde finales de 1990. Por medio de una traducción de los principales discursos y artículos del presidente ruso y de sus aliados, como el propagandista Timofei Sergueitsev y el expresidente Dimitri Medvedev, la autora revela la evolución de un pensamiento en el que la búsqueda de la grandeza se inscribe en una oposición decidida a los valores occidentales, afirmando así la singularidad de Rusia en la escena internacional.
Desde el principio de su ascenso al poder, Putin se autoproclamó heredero de una Rusia traumatizada por el colapso de la Unión Soviética, acontecimiento que describió en 2005 como «la mayor catástrofe geopolítica del siglo». Esta declaración aparentemente nostálgica no sólo expresa el pesar por un pasado glorioso, sino que también se convierte en la base de una búsqueda obsesiva para devolver a Rusia su antigua posición como potencia internacional clave. La Rusia de Putin nunca dejará de intentar abrirse camino en el concierto de las naciones, primero a través de un coqueteo estratégico con Europa y después distanciándose gradualmente a medida que aumentaban sus frustraciones geopolíticas. Sieca-Kozlowski pinta un cuadro vívido de esta trayectoria zigzagueante.
El discurso de Putin ante el Bundestag del 2001, en el que declaró que «la Guerra Fría ha terminado» y donde abogaba por «la unidad de la cultura europea», contrasta bastante con su discurso de Múnich del 2007, en el que ya se vislumbraba una crítica más fuerte, aunque centrada principalmente en los Estados Unidos. En 2010 el Presidente ruso abogó por una asociación «de Lisboa a Vladivostok», afirmando una vez más que Europa y Rusia estaban destinadas a complementarse en una armoniosa sinergia económica. Pero los acontecimientos del 2014, marcados por la anexión de Crimea y el inicio del conflicto del Donbass, cristalizaron tal ruptura. A partir de ese momento, Putin reorientó su visión, alejándose de Europa para afirmar la existencia de un «mundo ruso» al que Ucrania pertenece de forma natural y del que Occidente lleva siglos intentando arrancarla.
Este cambio ideológico no sólo es fundamental, como revela el libro, sino que está profundamente arraigado en una reescritura de la historia. El líder ruso se aferra a los mitos fundacionales, invocando la Gran Guerra Patria y gloriosos relatos de resistencia para construir una legitimidad basada en la continuidad de una Rusia eterna. A través de una propaganda hábilmente orquestada, justifica la defensa de las minorías rusoparlantes, la protección de la lengua rusa y la rusofobia imaginaria como principales razones de la anexión de Crimea y la invasión de Ucrania. Este discurso, impregnado de referencias históricas y culturales, se une a una retórica civilizatoria que contrapone una Rusia espiritualmente fuerte a un Occidente que considera decadente.
El punto fuerte de esta colección reside en la capacidad de Sieca-Kozlowski para desenredar los hilos de un pensamiento complejo. La retórica de Putin, lejos de ser errática, se guía por el contrario por una lógica implacable, la de un nacionalismo conservador revestido de tintes místicos. Este auge de las referencias religiosas culmina con el discurso del Patriarca Kirill, jefe de la Iglesia ortodoxa rusa, que habla de una «lucha metafísica» contra Occidente. Este maridaje de política y teología convierte a Putin en parte de una verdadera cruzada ideológica, dando a sus ambiciones geopolíticas una profundidad simbólica que va más allá de la simple defensa de los intereses nacionales. Los textos aquí reunidos muestran también la evolución estilística del discurso ruso. Mientras que los primeros discursos de Putin en el cambio de milenio eran mesurados y estaban marcados por una preocupación por la cooperación internacional, poco a poco van dando paso a una retórica cada vez más belicosa y vulgar. Dmitri Medvédev, expresidente y leal a Putin, describió a los occidentales como «degenerados a los que se les cae la baba por la barbilla». Este endurecimiento del tono va de la mano de un progresivo encerramiento del poder en sí mismo, reforzando el control total de Putin sobre la sociedad rusa, donde las voces disidentes son sofocadas por la represión y por los medios de comunicación controlados por el Estado.
El punto de inflexión del 2014 dio paso a una era de autoritarismo exacerbado, con enmiendas constitucionales aprobadas en 2020 que permiten a Putin permanecer en el poder hasta 2036, estableciendo de hecho un régimen a largo plazo. Desde este punto de vista, la invasión de Ucrania en el 2022 no fue un mero trastocamiento geopolítico, sino la culminación lógica de una trayectoria en la que Rusia se afirmó en oposición a un orden mundial considerado desestabilizador. La utilización de los eslóganes como la «guerra de liberación nacional» para justificar esta invasión se hace eco de los discursos poscoloniales, usados aquí para legitimar una guerra imperialista.
Elizabeth Sieca-Kozlowski muestra claramente que, lejos de ser reflexiones espontáneas, los discursos de Putin son fruto de una sofisticada manipulación de los conceptos internacionales. Al invocar la «soberanía cultural» para justificar la represión de las minorías sexuales o al blandir el derecho del pueblo del Donbass a la autodeterminación, se apodera del lenguaje de las instituciones internacionales, distorsionándolo al servicio de su propia agenda. Detrás de estos eslóganes se esconde una política sistemática de manipulación, en la que la retórica sustituye a la realidad. Esta colección dista mucho de ser una simple recopilación.
Ofrece una visión real del funcionamiento interno del poder ruso, revelando cómo Putin utiliza la historia y la cultura para forjar una visión del mundo que justifica no sólo el autoritarismo interno, sino también la agresión exterior. El análisis de Sieca-Kozlowski en la introducción del libro arroja luz sobre el auge de una ideología cada vez más radical, en la que la ambición imperial se une al deseo de preservar una identidad rusa amenazada por un Occidente percibido como degenerado.
En última instancia, Putin demuestra en el texto que el conflicto ucraniano no es más que la culminación de una larga preparación ideológica, en la que cada discurso y cada declaración forman parte de una narrativa cuidadosamente elaborada. Detrás de las invocaciones a la historia y la civilización se esconden ambiciones políticas profundamente arraigadas que siguen configurando la política internacional rusa.