Acompanhei esses dias alguns sites de histĂłrias, entrei no Google a fim de achar alguns livros com temas que me interessassem, no caso, dramas e romances (atĂ© os clichĂȘs). Estava disposta em achar alguma que expandisse minha criatividade e Ă© impressionante como alguns minutos no Google a procura de novos livros me fizeram abrir a mente, mesmo que por alguns instantes.
 O meu medo Ă© o modo com que eu coloco minhas ideias no papel e quando escrevo uma ideia e finalmente a coloco em prĂĄtica, abrindo meu word e começando a escrever, acabo relendo e achando tĂŁo âbabacaâ, tĂŁo fraco, mas eu me recuso em apagĂĄ-las do meu desktop e muito menos desistir de terminĂĄ-las. Talvez eu ainda acredito lĂĄ no fundo que hĂĄ algum ponto de criatividade em mim por mais que minha insegurança insista em dizer que nĂŁo sou boa o suficiente, talvez eu atĂ© nĂŁo seja, talvez minha ortografia peque, minhas ideias fiquem distorcidas e mal esclarecidas, mas Ă© atravĂ©s da prĂĄtica, dos erros, das escritas que vocĂȘ relĂȘ e pensa âMas como e por que eu escrevi isso ?â que chegamos a perfeição ou prĂłximo Ă ela.Â
 Um bom cafĂ© quente, um tempo frio, um papel, uma caneta, imagens da internet, uma resenha de um livro, alguma foto, histĂłria que ouvi, sĂŁo coisas que mexem no meu inconsciente e me trazem alguma inspiração. Ainda sou fissurada em um especĂfico gĂȘnero, assumo, mas creio que com o passar do tempo eu me arrisco em outros estilos de escrita e leitura.Â
 Eu acredito que ainda tenho que me âaventurarâ na realidade (infelizmente, pois  eu acho uma droga, adoro esse mundo de fantasia) para poder expandir minhas ideias e atĂ© colocar mais amor no que eu escrevo. E minha dica do dia Ă©: NĂŁo desistam do que vocĂȘs acreditam, mesmo que no começo seja tudo uma droga, o que pode acontecer, mas tenham calma, se vocĂȘ acreditar em si mesmo, o tempo se encarrega de colocar tudo no lugar. Essas dicas sĂŁ vĂĄlidas para mim, que muitas vezes, escrevo, escrevo, penso, apago, desisto, acho que tudo estĂĄ uma droga, mas bom, a dica estĂĄ aĂ, Dona Mariana.Â