Frenquência boa essa, hein meu filho?
Grata por recompor esta canção aqui comigo. Porque, afinal, parece então que o breu não é mais ausência de cor. E também talvez ainda não possa ser todas as cores. (Quais, afinal, não é mesmo?)
Teu corpo livre em medos meus, e vertemos para o mundo um apurado caldo quente, mas até que colorido… e tudo mais lançamos numa ainda hermética e muito gostosa vibração. Olha aí. É que no fim, tu é grande, eu sou pequena. E vice-versa, se é que visse o verso. E assim, diante de todas as distâncias tão imensas e variadas que existem por aí, neste passeio agradável, talvez a proximidade de dois corpos às vezes um pouquinho diferentes nem seja assim tão tão abaladora. Venha, então. Luz-pulsar. Quasares e jaguares para Gal.
Alguém que me conhecia então um pouco ao longe veio até mim e tirou as medidas exatas da minha loucura. Veja só, por uma simples pupila. Vê se pode. Viu assim que servia. Me pegou pela mão e levou pela rua a passear. Muito agradecida a todos os envolvidos. Pra frente é que se anda (sim, aqui, vocês sabem…). Isso deixa aqui de ser um sequestro, na medida que vocês, envolvidos, podem perfeitamente compreender. Livres? Sim. E nem tanto. Vamos agora colorir por aí, se é que me entendem.