Por qué unas ciudades paran por Corpus y otras no: historia, calendario y tradición explicados con datos y contexto. #CorpusChristi #Festivos #España #Tradición #CalendarioLaboral #Religión

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Garage Spring Repair In Corpus Christi
Ask any Corpus Christi homeowner what they take for granted until it breaks, and the garage door is near the top of the list.
From South Side, Coopers Alley L-Head, Lawrence Street T-Head to the surrounding Nueces County, the same handful of problems come up again and again. This guide covers what causes them and when garage spring repair in Corpus Christi is worth a professional call.
Why Texas's humid subtropical region is hard on garage doors
Corpus Christi sits in a warm, humid climate of sultry summers, abundant rainfall, and damp conditions that work hard on metal hardware. That matters for garage doors because it means summer heat and moisture that swell wood doors and seize rollers.
In practice, the failures techs see most around here are swollen, sticking wood doors in summer humidity, corroded springs and cables in the humid air, and mildew and rust on shaded, north-facing doors. None of these are signs of a bad door — they're the predictable result of years of local weather working on steel, springs, and seals.
Repairs that come up most in Corpus Christi
The majority of calls fall into four buckets: broken torsion or extension springs, failing openers, frayed lift cables, and doors that have jumped their tracks. A balanced door lifts with one hand — if yours fights you, the spring is usually the culprit.
Most of these are same-day fixes for a stocked local crew. You can see the full Garage Door USA and typical pricing before anyone comes out.
Getting it fixed
If your door is unsafe to operate by hand, stop using it until it's inspected. Otherwise, same-day garage door service or call (213) 221-2882 for a flat-rate quote — no surprises, licensed local techs.
"Christ held Himself in His hands when He gave His Body to His disciples, saying: 'This is My Body.' No one partakes of this Flesh before he has adored it." - #SaintAugustineofHippo #CorpusChristi
📷 Catholic Prayer Life/© Zolnierek via #GettyImages and #Canva. #Catholic_Priest #CatholicPriestMedia #TheHolyEucharist
"...My flesh is true food, and my blood is true drink..." - #GospelofJohn 6:51-58 #CorpusChristi
📷 Holy Eucharist / © Avalon_Studio / #GettyImages. #CanvaPro #Catholic_Priest #CatholicPriestMedia #TheHolyEucharist
Fiéis enfrentam chuva para fazer tapetes de Corpus Christi no Rio
Festa é uma das mais importantes do calendário da Igreja Católica Cristina Indio do Brasil Publicado em 04/06/2026 - 17:49 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Tânia Rêgo/Agência Brasil A chuva que caiu na madrugada desta quinta-feira (4) atrasou mas não tirou a animação dos fiéis que participaram da confecção dos tapetes da celebração de Corpus Christi no Centro do Rio de Janeiro. A festa tradicional é uma das mais importantes do calendário litúrgico da Igreja Católica.
Os fiéis tiveram que esperar um clima mais favorável para começar a montagem, que usa materiais como serragem, borra de café e arroz. O sal grosso é o principal ingrediente da festa, colorido por corantes para dar forma aos desenhos nos tapetes coloridos sobre o asfalto. Neste ano, houve a inscrição de 100 tapetes, montados em uma extensão de 300 metros da Avenida Chile, em frente a Catedral Metropolitana de São Sebastião, no centro do Rio. O número de tapetes é uma referência ao centenário da Obra de Adoração Perpétua. Por isso, o tema em 2026 é 100ª Semana Eucarística Eucaristia, unidade e missão - ‘Embora sendo muitos, formamos um só corpo’. O Instituto Marielle Franco participou da montagem pela primeira vez. O tapete produzido por integrantes do Instituto tinha um girassol, como se estivesse brotando da silhueta da vereadora assassinada em março de 2018, junto com o motorista Anderson Gomes.
Reprodução: Tapetes de Corpus Christi sendo confeccionados na avenida Chile, ao lado da Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil A advogada Marinete da Silva, mãe de Marielle, disse que a participação atendeu a um convite do cardeal do Rio, dom Orani Tempesta. Em 2026, a eleição da vereadora completa 10 anos. Marinete contou que vem de família católica, desde as avós, e, por isso, considera relevante participar pela primeira vez da confecção dos tapetes. “Vendo este Cristo vivo dentro da gente e mostrar para o mundo essa produção maior”, disse em entrevista à Agência Brasil, acrescentando que chegou um pouco depois de 4h da madrugada. “O tapete é uma tradição deste dia, e a gente traz o Instituto Marielle Franco com muita honra e a família, porque Antônio está aqui com os jovens da Paróquia de Santa Rita”, “É muito importante para a gente e dizer que a nossa fé nos mantém. Celebrar Corpus Christi é uma das celebrações mais bonitas e importantes da Igreja Católica. É o Cristo vivo nas ruas”. O pai de Marielle, Antônio Francisco da Silva Neto, acompanhou a mulher e ajudou na produção do tapete.
Reprodução: Tapetes de Corpus Christi sendo confeccionados na avenida Chile, ao lado da Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil A gestora da Escola Dom Cipriano Chagas, Ana Gabriela Malta, disse que o tema do tapete que estavam confeccionando com os alunos e as famílias era Um só coração, unidos na providência. Na instituição de ensino estudam 200 crianças de 3 a 11 anos, de dez comunidades de áreas de vulnerabilidade social na zona sul do Rio. O grupo não se deixou abater pela chuva. “Trabalho em equipe é isso. É muito amor envolvido. Nosso primeiro valor é: amo o que faço. Acho que todo mundo que está aqui, as famílias e as crianças, colocaram muito amor. A gente começou a fazer o tapete às 8h30 e agora conseguiu fechar porque todo mundo ajudou um pouquinho”, disse em entrevista à Agência Brasil. Junto com os pais, o menino Rodrigo Lopes, de 12 anos, também estava participando da confecção de um tapete com o grupo da Paróquia Nossa Senhora das Dores, do Rio Comprido, na zona norte da cidade. Para ele, a experiência era novidade. “Estou adorando. São muitos detalhes, eu sou desenhista e foi um pouco mais fácil”, revelou o menino que frequenta a paróquia todos os domingos e é coroinha.
Reprodução: O coroinha Rodrigo Lopes ajuda na produção do tapete da paróquia que frequenta. Tapetes de Corpus Christi sendo confeccionados na avenida Chile, ao lado da Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil O pároco da Catedral Metropolitana de São Sebastião e vigário episcopal para o Vicariato de Pastoral, cônego Claudio dos Santos, disse que a festa de Corpus Christi traz para cada fiel católico a oportunidade de dar um belo testemunho da sua fé que pode ser mostrado também na confecção dos tapetes. “Não há, na confecção dos tapetes, nenhum igual ao outro. Os desenhos são todos diferentes. É assim que Deus vê cada um de nós. Somos diferentes, mas o senhor continua se servindo de cada um de nós, para esse testemunho da sua presença em nosso mundo”, apontou à Agência Brasil. Edição: Vinicius Lisboa

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Jovens no DF se unem por tapetes de Corpus Christi e “jejum” de telas
Na Esplanada dos Ministérios, grupos celebram amizade e fé Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil Publicado em 04/06/2026 - 13:56 Brasília Versão em áudio
Reprodução: © Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Enquanto separava areia e tinta para o desenho de um cálice para o tapete de Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios, nesta quinta-feira (4), a estudante Vitória Nunes, de 18 anos, diz que, além da fé cristã, a ocasião celebra a amizade real, longe das telas de celular e da inteligência artificial.
“Os encontros ficam mais verdadeiros do que na internet”, afirmou. Vitória é coordenadora do grupo jovem da Paróquia de São José, da comunidade Lúcio Costa, região periférica no Distrito Federal.
Reprodução: Vitória Nunes coordena grupo jovem da Paróquia de São José, da comunidade Lúcio Costa, na periferia do DF - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil “Os jovens descobrem um caminho na doação”, disse. Essa comunidade passou por processos de reintegração de posse, o que tem causado tensão no lugar. Ela conta que, diante de desocupações, mais adolescentes e suas famílias procuraram apoio na igreja. A estudante do curso técnico em meio ambiente garante que a amizade nos grupos reduz o sentimento de solidão e sintomas de transtornos mentais, como a depressão. “O apoio da família é muito importante para a gente estar aqui.” O tapete que eles produziam era um dos 27 confeccionados em um corredor de 125 metros de comprimento. Vindos de diferentes regiões da capital, grupos de jovens como o de Vitória chegaram assim que raiou o dia para montar os tradicionais tapetes.
Desenhos à mão
Além de molhar os dedos de tinta, sal, palha e serragem, adolescentes e jovens adultos faziam rodas, cantavam e dançavam nas proximidades do corredor de tapetes. Nada de celular. Nada de inteligência artificial. Os desenhos feitos todos à mão. As observações dos jovens vão ao encontro de posicionamento do papa Leão XIV, que publicou uma Carta Encíclica no mês passado, que pede regulamentação da inteligência artificial e alerta para os riscos de desinformação por intermédio dos desenvolvimentos dessas tecnologias.
Reprodução: Publicitária Luiza Helena Teixeira teve seu desenho escolhido para se transformar em tapete de Corpus Christi - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil A publicitária Luiza Helena Teixeira, de 24 anos, participa desde 2019 e teve o seu desenho escolhido para se transformar em tapete pela comunidade do Lúcio Costa. “Foi uma inspiração que eu tive. E é muito bom ver todo mundo trabalhando junto.”
Inclusão
Próximo aos jovens dessa comunidade, um outro grupo periférico, formado por pessoas surdas, e encarregado de tapete de Corpus Christi pedia mais inclusão. Entre eles, estava Márcio da Cruz, de 36 anos, que participa das atividades da pastoral há sete anos. Atualmente, ele está desempregado, mas sonha trabalhar com informática. Morador de Planaltina (DF), Márcio afirma que a reunião com jovens de sua comunidade deu novo ânimo a sua vida. As expressões dele são traduzidas para a Agência Brasil pela professora Daniele Galeno, de 44 anos, uma das coordenadoras da Pastoral dos Surdos. “Muitos jovens acabam ficando em casa e só no celular. Essas atividades para eles trazem novo ânimo”, afirmou. Inclusive a confecção de tapetes. A mãe do rapaz, Vânia Lúcia da Cruz, de 62 anos, que assistia ao filho caçula e a outros jovens confeccionarem o tapete, lamenta que muitos jovens surdos não têm oportunidade no mercado de trabalho formal. “O meu filho sempre teve muito obstáculo com a comunicação. Quando eles se unem, ficam mais felizes, né?”. Vânia tem outros quatro filhos ouvintes.
Reproduçãso: Márcio da Cruz se juntou aos grupos que foram à Esplanada participar da montagem dos tradicionais tapetes de Corpus Christi - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
"A linguagem deles"
Um outro grupo presente, que chegou à Esplanada antes das 7h, foi o Movimento Escalada. A diretora do grupo, a estudante de enfermagem Mariana Abrantes, de 23 anos, destacou que não é simples afastar os mais jovens das telas para que eles se voltem às atividades religiosas, mas que é possível atraí-los e mantê-los “falando a linguagem deles”. “As amizades têm que ser cultivadas presencialmente e até além da vida no catolicismo. Eles cantam, dançam e se divertem”, garantiu. Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Edição: Juliana Andrade
Jovens no DF se unem por tapetes de Corpus Christi e “jejum” de telas
Na Esplanada dos Ministérios, grupos celebram amizade e fé Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil Publicado em 04/06/2026 - 13:56 Brasília Versão em áudio
Reprodução: © Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Enquanto separava areia e tinta para o desenho de um cálice para o tapete de Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios, nesta quinta-feira (4), a estudante Vitória Nunes, de 18 anos, diz que, além da fé cristã, a ocasião celebra a amizade real, longe das telas de celular e da inteligência artificial.
“Os encontros ficam mais verdadeiros do que na internet”, afirmou. Vitória é coordenadora do grupo jovem da Paróquia de São José, da comunidade Lúcio Costa, região periférica no Distrito Federal.
Reprodução: Vitória Nunes coordena grupo jovem da Paróquia de São José, da comunidade Lúcio Costa, na periferia do DF - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil “Os jovens descobrem um caminho na doação”, disse. Essa comunidade passou por processos de reintegração de posse, o que tem causado tensão no lugar. Ela conta que, diante de desocupações, mais adolescentes e suas famílias procuraram apoio na igreja. A estudante do curso técnico em meio ambiente garante que a amizade nos grupos reduz o sentimento de solidão e sintomas de transtornos mentais, como a depressão. “O apoio da família é muito importante para a gente estar aqui.” O tapete que eles produziam era um dos 27 confeccionados em um corredor de 125 metros de comprimento. Vindos de diferentes regiões da capital, grupos de jovens como o de Vitória chegaram assim que raiou o dia para montar os tradicionais tapetes.
Desenhos à mão
Além de molhar os dedos de tinta, sal, palha e serragem, adolescentes e jovens adultos faziam rodas, cantavam e dançavam nas proximidades do corredor de tapetes. Nada de celular. Nada de inteligência artificial. Os desenhos feitos todos à mão. As observações dos jovens vão ao encontro de posicionamento do papa Leão XIV, que publicou uma Carta Encíclica no mês passado, que pede regulamentação da inteligência artificial e alerta para os riscos de desinformação por intermédio dos desenvolvimentos dessas tecnologias.
Reprodução: Publicitária Luiza Helena Teixeira teve seu desenho escolhido para se transformar em tapete de Corpus Christi - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil A publicitária Luiza Helena Teixeira, de 24 anos, participa desde 2019 e teve o seu desenho escolhido para se transformar em tapete pela comunidade do Lúcio Costa. “Foi uma inspiração que eu tive. E é muito bom ver todo mundo trabalhando junto.”
Inclusão
Próximo aos jovens dessa comunidade, um outro grupo periférico, formado por pessoas surdas, e encarregado de tapete de Corpus Christi pedia mais inclusão. Entre eles, estava Márcio da Cruz, de 36 anos, que participa das atividades da pastoral há sete anos. Atualmente, ele está desempregado, mas sonha trabalhar com informática. Morador de Planaltina (DF), Márcio afirma que a reunião com jovens de sua comunidade deu novo ânimo a sua vida. As expressões dele são traduzidas para a Agência Brasil pela professora Daniele Galeno, de 44 anos, uma das coordenadoras da Pastoral dos Surdos. “Muitos jovens acabam ficando em casa e só no celular. Essas atividades para eles trazem novo ânimo”, afirmou. Inclusive a confecção de tapetes. A mãe do rapaz, Vânia Lúcia da Cruz, de 62 anos, que assistia ao filho caçula e a outros jovens confeccionarem o tapete, lamenta que muitos jovens surdos não têm oportunidade no mercado de trabalho formal. “O meu filho sempre teve muito obstáculo com a comunicação. Quando eles se unem, ficam mais felizes, né?”. Vânia tem outros quatro filhos ouvintes.
Reproduçãso: Márcio da Cruz se juntou aos grupos que foram à Esplanada participar da montagem dos tradicionais tapetes de Corpus Christi - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
"A linguagem deles"
Um outro grupo presente, que chegou à Esplanada antes das 7h, foi o Movimento Escalada. A diretora do grupo, a estudante de enfermagem Mariana Abrantes, de 23 anos, destacou que não é simples afastar os mais jovens das telas para que eles se voltem às atividades religiosas, mas que é possível atraí-los e mantê-los “falando a linguagem deles”. “As amizades têm que ser cultivadas presencialmente e até além da vida no catolicismo. Eles cantam, dançam e se divertem”, garantiu. Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Edição: Juliana Andrade
Corpus Christi 2026, Toledo (España)