Paco de Lucia Oil on canvas glued on cardboard

seen from United States

seen from Israel
seen from China
seen from United States
seen from Sweden
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from Singapore
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from China
seen from United States

seen from Singapore

seen from United States
Paco de Lucia Oil on canvas glued on cardboard

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Maaaaaaan, when the orchestra repeats the theme that was first played by the soloist in a concerto tho…
Vivaldi; Zefiro - Concerti per vari strumenti. 1998 : Naïve.
Beth
Não costumo tirar muitas fotografias em concertos. Uma ou duas da praxe, apenas; vídeos, então, nem pensar. Prefiro concentrar-me na experiência de estar no concerto, a ver e ouvir ao vivo; o registo vive-se no momento, sem distracções. E quando é memorável, permanece na memória.
O concerto de ontem da Beth Gibbons em Lisboa foi memorável.
Durante cerca de uma hora e um quarto (não terá sido muito mais do que isso), Beth Gibbons encantou um Coliseu encantado pela sua voz frágil e vulnerável. Tem sessenta anos feitos este ano, mas continua a soar tal como nos lembramos de a ouvir nos anos 90, a voz dos eternos Portishead. Vi-a com a banda há 14 anos no Super Bock Super Rock, num dos concertos da minha vida; a sua postura tímida, algo distante do público não me surpreendeu ao vê-la em nome próprio. Como não me surpreendeu a forma discreta e impressionante como a sua presença enche um palco, prendendo a plateia no encantamento da sua voz. Nesta nesta passagem por Lisboa trouxe o seu disco a solo, o magnífico Lives Outgrown, um dos grandes discos do ano passado - inevitavelmente melancólico, claro (falamos de Beth Gibbons, afinal), mas talvez mais maduro, a explorar a perda e o luto que a idade trazem sem falha. E ao ouvir estas dez canções agora ao vivo torna-se ainda mais surreal notar como a Beth Gibbons que sucessivas gerações ouvem desde 1994 só trinta anos mais tarde se lançou a solo: uma carreira escassa, digamos; mas onde faltará talvez em quantidade transbordará decerto em qualidade, como se pode ouvir ontem no Coliseu.
Uma hora e um quarto pode parecer pouco, mas estas coisas não se medem a metro, e cada um daqueles 75 minutos foi magnífico. Beth Gibbons passou por Lives Outgrown na íntegra, muito bem acompanhada por uma banda formidável, que dá gosto ver e ouvir, e com um palco simples muitíssimo bem iluminado, a criar a atmosfera perfeita para a sua voz inconfundível. E para compor um pouco mais o alinhamento foi aos seus anteriores projectos: de Out of Season, o belíssimo disco que em 2002 gravou a meias com Rustin Man (Paul Webb, dos Talk Talk) trouxe "Mysteries" e "Tom the Model"; e dos inevitáveis Portishead, a sua banda de sempre com Adrian Utley e Geoff Barrow, regressou a Dummy para o encore com "Roads", uma das canções da minha vida, e "Glory Box", um dos grandes hinos dos já tão distantes anos 90.
Ainda alimento a esperança de que Gibbons, Utley e Barrow tenham entre eles pelo menos mais um disco, e mais uma digressão que passe por cá (o Coliseu seria uma sala magnífica para os receber), mas este foi o momento de Beth Gibbons e de Lives Outgrown: abriu com "Tell Me Who You Are Today", passou por cada canção do álbum, e fechou na perfeição com "Reaching Out", para aplauso geral e merecidíssimo. À saida, passo a alimentar uma nova esperança: que Beth Gibbons tenha em si mais um disco, a solo ou acompanhada, e que possamos continuar a ouvir a sua voz improvável em novas canções.
---
Setlist aqui.
Reportagem - Tim Bernardes, Coliseu do Porto
Foi no último dia de um longo Janeiro e num Coliseu do Porto cheio que Tim Bernardes nos encheu de conforto, amor e calor. Já conhecedor e conhecido do público português, o artista natural do Brasil voltou para nos presentear – uma vez mais – com a tour ‘Mil Coisas Invisíveis’.
‘Mil Coisas Invisíveis’ é, também, o nome do último e segundo álbum de Tim Bernardes, mas não foram apenas os temas que o constituem que preencheram o concerto. Recebido por uma plateia calorosa e pronta para receber a sua emoção, o artista recuou até ao seu primeiro álbum ‘Recomeçar’, mas teve também tempo para nos oferecer músicas do seu projeto de banda Terno, para nos encantar com uma música que compôs para Gal Costa ou, até mesmo, para cantar um cover de Caetano Veloso (‘Negro Amor’) da música ‘It’s All Over Now, Baby Blue’ de Bob Dylan.
O Coliseu estava mergulhado e imerso em cada nota, em cada palavra. A sala estava escura e apenas o centro do palco se encontrava iluminado e, por vezes, também na penumbra. Três guitarras, um piano, pedais, um microfone e a terna voz de Tim.
Há, sem dúvida, uma magia neste ser humano que só quem a vive a sabe explicar. Uma magia nas palavras que escreve e no modo como as canta, uma magia no modo como pega na guitarra e como toca nela, uma magia em como desloca os dedos pelo piano e como este soa. Essa magia diria que não é, nada mais, do que ausência de medo de sentir e é isso que nos chega também a nós: que largarmos a rotina e tiramos um pouco do nosso tempo para sentir e para nos entregarmos a estas melodias, como se – por uma vez – ousássemos perder o medo e nos agarrássemos ao sentir como se fosse a coisa mais real que temos, por mais invisível que possa parecer ser.
Fotografia e texto: Catarina Moreira Rodrigues

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Ballroom Playlist & Moodboard
I’m so happy to finally be able to post this! My secret pal was @noesapphic for the @choicesfandomappreciation event! Below I made a fancy schmancy mood board and a wee ballroom playlist I’d like to imagine Marianna and Ernest dance to :’) I hope you like it! (Weird little music history fact: Mozart was a…humorous guy. He wrote poems and letters about farts…to his FAMILY who also loved the occasional fart joke). *Another fun fact! Sonata No. 16 in C Major is used a lot in Choices stories as background music. I am ninety-nine percent sure haha.
Concerto No. 6 In F Minor For Harpsichord & Strings (”Berlin”), CW C73, T.301/4
I. Allegro Di Molto II. Andante III. Prestissimo
By Composer Johann Christian Bach
Performed By The Hanover Band Featuring Anthony Halstead (Harpsichordist)