Esse é um assunto que não tem limite de idade pra entender,meninos e meninas sabem bem o que tem que fazer,e os beijos nessa minha história irão se envolver,quem aqui nunca colecionou algo,quem não é amante e fã o suficiente para encher caixas ,gavetas e até a casa inteira de coisas que só pra ela fazem sentido,lixo para os que não estão envolvidos,dizem ser coisa de gente ainda não evoluída, são pra todos os gostos, figurinhas,tampinhas, revistas,carros em miniatura,e essa história junta dois colecionadores,eu que vos relato e a assanhada da Sandrinha, estamos na quarta série desse mundo que evoluí demais, até na pouca vergonha que assusta todos os pais, adoro tampinhas clássicas, quem conhece sabe como são,a primeira edição de cada, cerveja, refrigerante e tudo que elas puderem conter dentro de uma garrafa,seja vidro,metal plástico,e tinha uma difícil de se conseguir,uma que teria que ter muita sorte,ou muito dinheiro para obter,ela sabia desse meu desejo, pasmem,ela ainda tão criança era uma colecionadora de beijos,e já passou por todas as bocas a que foi desafiada,só que já disse muitos nãos acompanhado de saí pra lá assanhada,sua obsessão era tanta, que a danada pediu essa tampinha ao pai de presente de aniversário,ele vasculhou todos os sites, afinal era sua princesinha,se ele soubesse o motivo uma certa bundinha de princesa ia arder,me chamou de canto no meio da festa e esfregou meu sonho assim na cara, fiquei muito tentado e beijar e ter meu sonho realizado, aquela tampinha era muito especial pra mim,só que repeti de novo meu não costumeiro,meu primeiro beijo tinha que pertencer a alguém muito mais especial que um simples e lindo pedaço de metal.
Micro crônica de Jonas R Cezar











