Adormecia na fresta de dentes tortos Rivalizando com outros tubarões PorĂ©m, nĂŁo como palavras do pedágio Fui pedante e vĂ´mito que fedia, sem sabor lavanda A ansiedade devorava-me Por coincidĂŞncia preenchi buracos Com dilemas de ventoinha em lábios rachados Carne de careta, nĂŁo tema, o meu abate nĂŁo era sentença E eu era a morsa que versava mortes Ainda depois do funeral O saudaram com cora de flores em suas cabeças Aqui jaz o rei indie, morto em seu ápice, aos vinte e sete Colocara a aposta na rinha Pronunciando adeus Mordendo a orelha de CĂ©rbero Cortando unhas e deixando dentes á comunhĂŁo Assentei terra em teus calcanhares, A areia tambĂ©m veio em viagem de maresia Que o satĂ©lite lhe carregue E a propriedade comunica-se como veia Auto induzindo Ă botas marrons No mágico badalar, trĂŞs para cinco Já era alvo de nervosismo Cantando no portĂŁo de casas com tijolo amarelado Dorothy, naufraguei no teu saiote Em cafĂ©s abrasileirados Com jeitinho Romeu e Julieta Decapitados para minha fome, serĂŁo amantes de adubos, porĂ©m juntos... Confesso que atĂ© aqui, meu casco nĂŁo doĂa Mas adverti-lhe de outros sangues passados Em anĂ©is de dedos anelares, antevi-te cosmĂ©tico PorĂ©m, o casamento cessará quanto vĂłs entrará por aquela porta...
Tão Rock And Roll Caçar Beijos Para Chamar De Vespeiro? - Pierrrot Ruivo

















